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MEU PRIMEIRO LIVRO

MEU PRIMEIRO LIVRO
CHIQUINHO GERMANO "ÚLTIMA LIDERANÇA DOS ANOS 60 DO SERTÃO POTIGUAR"

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

SOLDADO PAULO MAGNO DANTAS, DE APODI ENTRA PARA O MUNDO LITERÁRIO, COM SEU PRIMEIRO LIVRO "CAMINHO DO MEU SER'


SOLDADO PM PAULO DANTAS MAGNO FILHO, natural de Apodi-RN, nascido a 16 de setembro de 1980, filho do sargento da Marinha Brasileira PAULO MAGNO DANTAS e de ANTONIA IVANISA MAIA. Ingressou na glotiosa e amada PMRN no dia 31 de junho de 2006. Formou-se em 2 de março de 2002 em Geografia pela UERN-UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIUO GRANDE DO NORTE, Campus Central-MOSSORÓ.Casou-se em 23 de janeiro de 2005 com ALDERLI ELMA DE LIMA DANTAS, natural de Apodi, nascida a 13 de março de 1976, filha de ECI DE LIMA e de ALDICELI MARIA DE LIMA, pai de LENIN CAUÁ MORAIS DANTAS, nascido a 29 de maio de 2006 É com grande satisfação e felicidade que o "PORTAL OESTE NEWS", através dos links LITERATURA e BATATHÃO 30 DE SETEMBRO anunciamos a toda sociedade apodiense e região a editação do livro "CAMINHOS DO MEU SER", escrito pelo policial militar Paulo Filho da 3ª Companhia de policia militar do 2° BPM. O livro trata de poesias, reflexões e experiências de vida que o mesmo pode viver. O soldado Paulo Filho é formado em Geografia pela UERN, lecionou 6 anos no colégio CNSC em Apodi, se considera um amante da Filosofia, das Artes, e das Ciências Sociais. Desde 2006, ingressou na policia militar e hoje trabalha no GTO de Apodi, as pessoas que se interessarem pelo livro pode entrar em contato com o autor pelo telefone 084-9129-8053.
UM soldado PM escrever um livro é um fato raro. São provas que nossa querida e amada Polícia do Rio Grande do Norte, aos poucos está tomando seu rumo certo, com policiais inteligentes. PAULO FILHO , fique certo, sou diferente de muitos que se acham que somente eles têm o direito de fazer algo importante. Apodi precisa de pessoas com cultura assim como você. MEUS SINCEROS PARABÉNS; QUE NÃO PARE, VÁ EM FRENTE. INVESTIR EM CULTURA É A PRINCIPAL SAÍDA DESTE PAÍS, PENA QUE A MAIORIA DE NOSSOS POLÍTICOS NÃO FAZ SUA PARTE. Vou ficar torcendo que outros colegas deixe o caminho da violência e enverede pelo caminho da cultura.
A obra de PAULO FILHO, com 256 páginas, foi editado na 3 M GRÁFICA, situada na Rua Professor Raimundo Nonato da Silva, número 214 - APODI-RN.
AMO TEUS OLHOS
TUA PELE, TEU ROSTO, TUA BELEZA, TEU GOSTO
TEU SORRIR, TEU OLHAR
SEU EXISTR, SEU AMAR.
- PAULO FILHO

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

ROKATIA KEANIA LOPES MARINHO PINTO


ROKATIA KEANIA LOPES MARINHO PINTO , natural de Apodi-RN, nascida a10 de fevereiro de 1973, filha de RAIMUNDO MARINHO PINTO, natural de Apodi, nascido a 9 de agosto de1944, filho Francisco Oliveira Pinto, filho de João de Oliveira Pinto e de Joana Gomes de Oliveira; e de Maria das Dores Pinto, filha de Valentim Marinho de Oliveira e de Antonia Bela de Oliveira; e de IVANISE LOPES DE SENA PINTO,natural de Apodi, nascida a 30 de setembro de 1940, filha de FRANCISCO LOPES DE OLIVEIRA (CHICO LOPES) e ALZIRA ALVES DE SENA.
Graduada em Letras, pela UERN-Universidade Estadual do Rio Grande do Norte, Campus Central, Mossoró-RNc, om Pós-Graduação em Gestão Educacional. Com muito orgulhoexerce a profissão de Professora desde os 17 anos. Leciona Língua Portuguesa na Escola Estadual " Professor Gerson Lopes" , sediada em Apodi e atua na Sala de Leitura da Escola Municipal " Professora Maria de Lourdes Mota", coordenando projetos de incentivo à leitura. Assina colunas em jornais, "Gosta de Ler", e Também faz parte da "Textus" - empresa prestadora de serviços de tradução, revisão e adequação de textos. Além de possuir seu blog intitulado de "DIÁRIO DE UMA PROFESSORINHA". Confira na INTERNET.
Presidente da ACADEMIA ESTUDANTIL DE LETRAS “ANTONIO FRANCISCO TEIXEIRA DE MELO”, fundada no dia 8 de dezembro de 2008, com sede na cidade de Apodi.
Rokatia é considerada como a mais inteligente de Apodi. Não sou suspeita para assim dizer, tendo em vista que nem sequer a conheço, porém, é o povo que a considera como sendo super inteligente. Ela foi a primeira e única pessoa responsável por blog na cidade de Apodi que acompanha o PORTAL OESTE NEWS, como seguidora nos links APODI e GENEALOGIA. Obrigado por acreditar no meu trabalho.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

JOSÉ ANTONIO DA SILVA - NILDO DA PEDRA BRANCA


JOSÉ ANTONIO DA SILVA, conhecido popularmente por NILDO DA PEDRA BRANCA, natural de Mossoró-RN, nascido a 24 de março de 1972, filho de Luiz Venâncio da Silva e Luzia Soares da Silva. Casou-se em 3 de novembro de 1989, com MARIA DO SOCORRO SOARES DA SILVA, natural de Tabuleiro do Norte-CE, nascida a 5 de junho de 1970, filha de José Soares Rodrigues e Raimunda Luzia da Silva. Pai de quatro filhos: WIGNA MONALISA SOARES DA SILVA (24/06/1990), JOSÉ WILTON SOARES DA SILVA (11/10/1991), JOSÉ WILLIAMY SOARES DA SILVA (31/7/1993) e WEDNA MARIA SOARES DA SILVA (03/5/1995). Desde criança cultiva o verso. Admirador de eventos religiosos, o poeta também aprendeu a trocar violão. Diante das dificuldades para estudar, somente conseguiu concluir o Ensino Fundamental em 2006, aos 34 anos de idade. Já o seu primeiro cordel foi lançando quando estava com a idade de Cristo. Hoje Nildo da pedra Branca já contabiliza 8 cordéis, dos quais ele destaca “POSSO UM DIA SER DOUTOR, POIS HOJE SOU ESTUDANTES” e “AS COISAS DO MEWU SERTÃO”. O poeta se apresenta em escolas, vende cordéis de mão em mão, faz locuções e toca em igrejas. Morando na comunidade que decidiu homenagear em seu nome artístico, NILDO gosta sempre de frisar que não abre mão de seus ideais e de sua fé em Cristo.
Conheci Nildo da Pedra Branca, no dia 16 de outubro de 2009, quando estava fazendo uma pesquisa referente ao povoado de Pedra Branca para o LINK “VILA/POVOADO/FAZENDA, do blog OESTE NEWS, quando a primeira pessoa ouvida por mim, logo foi dizendo não sei de nada, quem sabe de tudo sobre a Pedra Branca é NILDO, ele mora naquela casa de alpendre, e logo me desloquei até lá e felizmente fui bem recebido por ele, o qual repassou várias informações sobre o histórico daquela comunidade.
Veja na íntegra uma matéria referente a NILDO DA PEDRA BRANCA publicada no jornal Gazeta do oeste, edição de 29 de março de 2009, no caderno EXPRESSÃO. Confira
NILDO DA PEDRA BRANCAFERREIRA DA GAZETAEspecial para o ExpressãoJOFERFILHO@HOTMAIL.COM

Foi por conhecer essa figura talentosa nos eventos em que se apresentava ao lado de Antônio Francisco, em feiras de livros, nos domingos em que visito a casa de campo de propriedade dos meus cunhados Henrique e Marleuza, nas reuniões de sábados no "Sêbado", do nosso amigo em comum Marcos Pereira, que surgiu o interesse de com ele travar uma conversa sobre os seus feitos. É pela primeira vez em nossa série que abordamos um poeta genuinamente cordelista, pois é um gênero que envolve também a música, mesmo executada de forma diferente da convencional. O agricultor assuense Luiz Venâncio da Silva resolveu tentar a sorte em Mossoró, quando conheceu dona Luzia Soares, com a qual contraiu matrimônio, com quem foi morar no Sítio Pajeú, três quilômetros de estrada carroçável, mata adentro, distante da BR-405, rodovia que liga Mossoró a Apodi. O movimento de reforma agrária expulsou seu Luiz Venâncio das terras em que trabalhava, forçando-o a se mudar com a família para as margens da rodovia, pequeno lugarejo na zona rural de Mossoró, hoje denominado Pedra Branca, onde adquiriu dois hectares de terra, construiu uma casinha de taipa e da agricultura familiar foi tirar o sustento dos seus. Ainda estava em alta a cultura de que o homem do campo tinha a obrigação de formar uma família numerosa para contar com braços que ajudassem a tocar a lida diária. E foi esse pensamento que trouxe 12 filhos para o casal. Francisco de Assis (falecido), Maria Lindalva, Maria de Lurdes, Sebastiana, Expedita, Maria Edna, Antônio Venâncio, Antônia Maria (falecida), João Damásio, José Antônio, Manoel e Luiz Carlos. Um dos primeiros filhos do casal chamava-se José Antônio, que faleceu prematuramente. Muito tempo depois, quando outro filho veio ao mundo, começou a teima, pois dona Luzia queria repetir o nome José Antônio e a filha mais velha era de opinião de batizá-lo por José Nildo. Findou o garoto sendo batizado com o nome de José Antônio da Silva e conhecido por Nildo, que contava com apenas quatro anos de idade quando mudou para Pedra Branca. Era pouca terra para tantos braços, ao ponto de parte dos filhos foram trabalhar de "meieiros" para outros proprietários. Seu Luiz é um apaixonado pela literatura de cordel, admirador de cantadores de viola e poeta em potencial, pois faz glosas e versos.Esse clima levou Nildo a se interessar pelo tema, e logo aos dez anos já declamava versos. Aos 14 ganhou seu primeiro violão. É autodidata. Usa o instrumento para acompanhar suas músicas, apesar de não manusear a viola, costumeira no tanger dos versos de cordelistas e cantadores. Tocava e cantava músicas brega e religiosa da Igreja Católica. Passou a comprar todos os títulos da "Coleção Luzeiro", de São Paulo, especialista em cordel. Mas tinha um problema. Nildo nunca estudara. Aprendera a ler, mas não sabia escrever. Fazia versos, poesias, músicas, mas não tinha como transferi-los para o papel. Já com 30 anos de idade, resolveu se matricular no Centro Educacional de Jovens e Adultos (CEJA). Enfrentar uma estrada perigosa, à noite, montando uma velha moto, no final da labuta, somente muita vontade de aprender. Quando encontrava dificuldade com determinado problema, rabiscava versos como resposta. Um dia resolveu desistir dos estudos. Foi interpelado pelos seus mestres: "Você não vai abandonar a escola. Pode não ser um aluno exemplar, mas é um bom poeta". Jussara Maia guardara o seu trabalho fracionado, mostrando a Marisa Pinto, que levou até a gerência, nascendo daí o primeiro cordel de Nildo a ser publicado com o título "Posso um dia ser doutor, pois hoje sou estudante". Sempre foi um admirador do poeta Luiz Campos, considerando-o um dos seus mestres. Levou a ele o trabalho para uma análise. "Luiz, acho que vou assinar com Nildo Silva, pois José Antônio da Silva é muito extenso". Do alto da sua sabedoria, Luiz sentenciou: "O nome com o do lugar de origem é o que pega. Não vê Patativa do Assaré, Oliveira de Panelas e outros? Use Nildo da Pedra Branca". E Nildo da Pedra Branca não parou mais.Extremamente católico, Nildo faz músicas por encomenda, a exemplo de duas que compôs para a Comunidade Shalom, intituladas "Homenagem aos Shalom's" e "Por Mim Mesmo", que um trio de mulheres gravaram. Também escreve para comerciais de empresas e para homenagens póstumas, que são publicados pelos seus interessados. Participou do Prêmio Fomento, promovido pela Prefeitura Municipal de Mossoró; duas vezes do Prêmio Literatura de Cordel Cosern, promoção da empresa fornecedora de energia elétrica, sendo classificado em todos. Todos os três dias do Festival do Folclore, no Teatro Municipal Dix-huit Rosado. Do concurso "80 Anos de Resistência de Mossoró ao Bando de Lampião", da PMM, com "Os Bravos Mossoroenses Resistiram a Lampião", quando fala sobre todos os entrincheirados que combateram os cangaceiros. Teve participação nos órgãos de comunicação, como as rádios Rural, Difusora, Libertadora, RPC, FMs Resistência 93, Universitária 103 e outros prefixos de comunitárias. Quatro vezes no programa "Pedagogia da Gestão", capitaneado pelos competentes Clauder Arcanjo, João Maria e Dinoá, na TV Cabo Mossoró (TCM); na TV Mossoró nos programas de Pé-Quente, Gilson Cardoso, Carlos Cavalcante e uma gravação em outro programa; foi gravado na Feira do Livro do Sesc para a TV Ponta Negra; gravação para as rádios Centenário de Caraúbas e Princesa do Vale de Assu. É líder de acampamento para a reforma agrária. Seu acervo poético consta do seguinte: "Posso Um dia ser doutor, pois hoje sou estudante", "As coisas do meu sertão", "O duelo de um bebo e um crente mal-educado", "Êita que paixão da peste", "A natureza está certa", "Us dois matuto chifrudo", "Todo Natal é assim", "Tem muito dinheiro gasto na cova de Jararaca", "A Lei Maria da Penha e a luta das mulheres no País de Mossoró", "O maior homem do mundo morreu de braços abertos", "A lenda de Lampião", "O livro na minha vida", "Aprenda a ler um bom livro e também a literatura", "Os bravos mossoroenses resistiram a Lampião" e "Lampião e o seu bando". Está prestes a sair "O cordel com poesia". Quando participava, numa ONG, de um debate sobre o cangaço, encorajou-o a escrever "A lenda de Lampião", fazendo uma comparação com os "cangaceiros" de hoje, numa crítica que, em certo trecho, diz: "Os cangaceiros de hojeNão se escondem na mataNão usam chapéu de couroSó usam terno e gravataSua caneta é de ouroE seu relógio é de prata".E segue:"Eles massacram esse povoSem fuzil, sem carabinaVão matando devagarCom a caneta assassinaTem um sempre um salário altoQue o grupo mesmo assina".
Três dos seus escritos foram publicados pela Editora Queima Bucha, um pela Coleção Mossoroense e os demais pela gráfica Papel & Cia. Ilustrações da capa é de autoria do xilógrafo, poeta violeiro, fotógrafo e outras coisas mais Severino Inácio. Nildo da Pedra Branca é casado com dona Maria do Socorro, com quem tem os filhos Wygna, de 19 anos, que é fascinada por cordel e escreve trabalhos ainda não publicados; Wilton, de 17; William, de 16, que dá seus primeiros passos no aprendizado de violão e percussão; e Wênia, de 14 anos. Esse é Nildo da Pedra Branca, com quem espero continuar encontrando para cantarmos juntos algumas loas.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

RAIMUNDO MARINHO PINTO E SUA LUA EM PROL DE PUBLICAR SEU 1º LIVRO


RAIMUNDO MARINHO PINTO, natural de Apodi, nascido a 9 de agosto de1944, filho Francisco Oliveira Pinto, filho de João de Oliveira Pinto e de Joana Gomes de Oliveira; e de Maria das Dores Pinto, filha de Valentim Marinho de Oliveira e de Antonia Bela de Oliveira. Casou-se na Igreja Matriz de Apodi, pelo padre Manuel Balbino, no dia 13 de julho de 1969, com IVANISE LOPES DE SENA PINTO, pai de três filhos: RANIERE KLEBER LOPES PINTO (01/06/1970), casado com CLÁUDIA MARIA MOTA OLIVEIRA; ROKATIA KEANIA LOPES MARINHO PINTO e KELLY REGINA LOPES MARINHO PINTO. Concluiu seus estudos na ESCOLA ESTADUAL FERREIRA PINTO, Apodi-RN. No dia 10 de fevereiro de 1966 ingressou no serviço publico estadual, nomeado pelo então governador MONSENHOR WALFREDO GURGEL,, de acordo com a Resenha nº 015/66, artigo 27 da Lei nº 920, permancendo até ativo por 36 anos, ou seja, 27 de agosto de 2002, quando foi transferido para o inativo, conforme o Diário Oficial nº 10313, na gestão do então governador FERNANDO FREIRE, passando pelas administrações dos governadores: MONSENHOR WALFREDO GURGEL, CORTEZ PEREIRA, TARCÍSIO MAIA, LAVOISIER MAIA, JOSÉ AGRIPINO MAIA, RADIR PEREIRA, GERALDO MELO, VIVALDO COSTA, GARIBALDI ALVES FILHO e FERNANDO BEZERRA. Antes de ingressar no serviço publico trabalhou de agricultor na comunidade rural Poço Vermelho, Apodi-RN; de sapateiro, na fabrica de calçados do senhor ALTINO DIAS DE PAIVA. No governo de Geraldo Melo, exerceu a função de chefe do Escritório do IPE, na cidade de Apodi; na primeira gestão do então prefeito José Pinheiro, exerceu a Coordenação Administrativa da Secretaria Municipal de Promoção de Bem Estar Social; presidente da APAMI-Associação de Proteção e Assistência a Maternidade e a Infância de Apodi; representante do Sindicato Rural de Apodi (fundado a 03 de agosto de 1977, que teve como primeiro e atual presidente o senhor Leonildes Marcolino da Costa); representante do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Apodi; Secretário do Conselho Municipal do Desenvolvimento Rural de Apodi; Membro do Conselho de Saúde do município de Apodi; Sectetário Geral da Executiava Municipal do PMDB de Apodi, desde o extinto MDB. Pintinho, como é carinhosamente chamado há muito vem batalhando para realizar um grande sonho em sua vida, a de escrever, alias, de publicar, tendo em vista que já escreveu a biografia do saudoso ALUÍZIO ALVES - TRAJETÓRIA DE UM LÍDER VITORIOSO, porém, falta o apoio financeira para mandar publicar seu trabalho. No país em vivemos, principalmente, em Apodi, não é tarefa fácil de conseguir colaboração, de ninguém, com a finalidade de publicar um livro. Político, nem pensar, somente promessa, empresário, não investem um centavo na cultura e o comércio pior. Daí, a cultura local vai para o beleleu. Seu Raimundo que é de uma tradicional família apodiense, com uma belíssima biografia, não consegue , imagine outra pessoa, como foi o meu caso que passei vários anos batalhando um apoio do Poderes Executivo e Legislativo para publicar meu primeiro livro. Se eu não tivesse cometido a loucura de fazer um empréstimo que ainda hoje estou pagando jamais teria realizado meu maior sonho de escrever um livro. Portanto, Raimundo Pinto e outros que estão na mesma condição, esqueça de apoio político, aguarde seus cinco minutos de loucura, que cada ser humano tem direitoe faça um empréstimo. O dinheiro que se paga uma banda para animar uma noite de carnaval daria para publicar 40 livros.

domingo, 24 de maio de 2009

OS PRIMEIROS LIVROS DE WILLIAM GUERRA JÁ ESTÃO NO PRELO


Dr. WILLIAM LOPES GUERRA, natural de Apodi, nascido em 21 de agosto de 1950, filho de Walter Guerra de Brito (12/8/1923 - 11/09/2002), filho de Carlos Barromeu de Brito Guerra e Maria Bezerra Guerra e de Antonio Nair Lopes, filha de Antonio Lopes Filho e Armandina Lopes de Goes. Casado com ANTONIA JUCILENE DE PAIVA, natural de Apodi, nascida a 25 de agosto de 1968, filha de Francisco de Assis Paiva e de Maria do Carmo Alves de Paiva, com dois filhos: LAKUSSON WILLIAM LOPES DE PAIVA GUERRA, nascido a 1º de fevereiro de 1993 e JEFFERSON WILLIAM LOPES PAIVA GUERRA, nascido a 4 de setembro de 1999. Membro da Academia Apodiense de Letras, cadeira nº 8, que tem com Patrono seu saudoso pai WALTER GUERRA

O advogado e escritor Willian Lopes Guerra, está com cinco obras literárias prontas para serem impressas, e que possivelmente duas delas, ele pretende publica-las durante este ano de 2009. As obras são intituladas de O POÇO DAS MATUTAS, que fala sobre a história de Apodi, de algumas personalidades e suas belezas naturais, onde a lagoa serve como palco principal para os contos verídicos. Outro destaque para o romance “O CENDAL” que retrata em suas páginas a vida psicológica, social e política de um determinado povo de uma cidade fictícia chamada Rio Verde. Após o lançamento dessas duas obras, o escritor pretende lançar os demais livros que também já estão prontos, em fase de ajustes final. Que são eles: UTOPIANO, DONA POLÍTICA E O MUNDO NÃO ME QUIS. Com esses projetos Willian está dando sua valiosa contribuição para o enriquecimento de nossa cultura. Para Willian, escrever, ler, estudar sempre, são necessários para que se possa viver bem, pois ativa a mente, traz conhecimento e nos ensina a agir com menos erro. Certa vez ouvi de uma importante autoridade judiciária que William era o advogado apodiense que mais gostava de ler

sexta-feira, 17 de abril de 2009

BIOGRAFIA DE CHIQUINHO GERMANO

COMARCA DE APODI EM REVISTA - Revista elaborada pelo subtenente Jota Maria, dissecando a história da Comarca de Apodi, publicada no dia 17 de agosto de 2007, por ocasião da inauguração do Fórum Municipal Desembargador Newton Público e instalação do Tribunal de Justiça Estadual, pela primeira vez em Apodi, por um período de 24 horas - MARCO HISTÓRICO PARA A HISTÓRIA DE APODI.
A Revista contendo 65 folhas foi distribuída gratuítamente entre as principais autoridades do Estado do Rio Grande do Norte que se achavam presente no instante da instalação do TJRN em Apodi

Quando a Revista foi publicada, algumas pessoas, talvez, com inveja ou por ter sido atingido indiretamente, usaram uma pessoa elogiada por mim e procuraram a Justiça para que meu trabalho fosse retirado de circulação e as pessoas que havia recebido ou comprado devolvesse a revista,com certeza para ser incinerado. Ora, estamos num país cheios de graves delitos e nunca a sociedade ver um interesse total para colocar o criminoso na cadeia (FUI TACHADO, PELO REPRESENTANTE DA JUSTIÇA, COMO CRIMINOSO), daí, meu trabalho foi considerado como bárbaro crime. Sou no inferno. Passei trinta anos na Polícia Militar, exercendo a função de delegado de polícia, daí, me acho que entendo um pouquinho de legislação, não por ter exercido o cargo de delegado, e sim,por ser um colecionador de leis. Quem quiser provar, venha um dia a minha biblioteca particular que vai depara-se com um montão de leis. Pois bens, quero dizer a essas pessoas que seus atos não serviram de nada, se foi com intuito deste analfabeto deixar de escrever, não adiantou, pelo contrário, me fez crescer meu ânimos de escrever, escrever, escrever, escrever e escrever. Mesmo, com muitos erros. Inveja-se, pise nas calças, se raiva, fique stressado. Não preciso de nenhum de vocês, primeiro, porque meu professor é o melhor do mundo, estou me referindo, a Deus; segundo, vocês nunca fizeram e nem fazem nada por nenhum apodiense, pelo contrário, são acostumados de mamar nas tetas dos poderes Executivos e Legislativo, e quem sabe, querer morder, de leve, no poder Judiciário. Para vocês, apenas um bom conselho. LER E ESCREVA! QUEM LER E ESCREVEM, SEUS MALES ESPANTAM!!! Além, não tenha inveja, ela não leva ninguém a canto nenhum. Sim leva – PARA AS PROFUNDEZAS DO INFERNO. Não tenha raiva, POIS ELA É MAL CONSELHEIRA.

MEU PRIMEIRO LIVRO


SUB TEN PM JOTA MARIA
PUBLICADO NA GL GRÁFICA - MOSSORÓ
LANÇAMENTO - 31/12/2006
LOCAL - RESIDÊNCIA DE CHIQUINHO GERMANO, NA CIDADE DE TIBAU-RN
EXEMPLARES - 300




CHIQUINHO GERMANO

“A ÚLTIMA LIDERANÇA
DOS ANOS 60
DO SERTÃO POTIGUAR”





Coleção Mossoroense
Série “C” – Volume 1507




Com LXXVI (76) anos de idade MCMXXX – MMVI (1930 a 2006) e uma belíssima trajetória mais que vitoriosa em todos os aspectos, Chiquinho Germano garantiu seu espaço na geografia política e humana da região, com muita dignidade na vida pessoal e política.
Uma trajetória cheia de vitórias e de muito amor.
Francisco Germano Filho, conhecido popularmente pelo epíteto de “Chiquinho Germano”, conduz uma trajetória de vida que se confunde com a história política e administrativa do município de Rodolfo Fernandes, ambos com a mesma idade (1930/2006).
Bicudo1 histórico desde o dinartismo até a era agripinista, é o único político potiguar a vencer dez eleições municipais seqüenciais e um dos poucos a contabilizar cinco mandatos de prefeito, eleito em todos eles pelo voto popular e secreto.
Outros norte-riograndenses conseguiram vários mandatos, mas nenhum deles passando todas as vezes pelo crivo da consulta popular. Vejamos: Fabrício Gomes de Albuquerque Maranhão (13/2/1852 - 19/4/1924) exerceu o cargo de presidente da Intendência Municipal, correspondente ao atual cargo de prefeito, no município de Canguaretama, em sete períodos, porém, sem que fosse eleito pelo voto popular, mas sim pelos membros da Intendência Municipal, em eleições indiretas, Manoel Maurício Freire (1850 – 4/10/1927) foi seis vezes intendente municipal de Macaíba, também conseguindo os mandatos sem o aval das urnas; Reinaldo Gomes Fernandes Pimenta (13/7/1863 – 30/8/1941) foi quatro vezes intendente municipal, primeiro prefeito constitucional e prefeito nomeado do município de Caraúbas; Marcelino Vieira da Costa (26/03/1859 – 02/12/1938) foi intendente municipal de Luís Gomes por cinco vezes; Coronel Pompeu Jácome (5/4/1856 – 20/11/1966), prefeito de Campo Grande, por cinco períodos, sendo duas vezes nomeado e três, através do voto popular; Rafael Godeiro da Silva (1822 – 16/03/1967), duas vezes intendente municipal, primeiro prefeito constitucional e duas vezes prefeito nomeado de Patu; e José Fernandes de Melo (2/3/1917 – 9/9/2001), cinco vezes prefeito, sendo nomeado em duas delas: Encanto e Água Nova e três vezes eleito no município de Pau dos Ferros): 1963, 1982, 1992, 2000 e 2004.
Chiquinho Germano soma 23 anos de administração municipal, o que faz a população rodolfense vê-lo como o verdadeiro padroeiro da cidade.
Que São José e seus devotos perdoem-me pela gentil deferência.
Este é o perfil e a trajetória de trabalho de uma das maiores expressões da vida pública do Rio Grande do Norte.
Natural de Luís Gomes-RN, nascido a 16 de abril de 1930, pertence a uma prole de oito irmãos: José Germano de Queiroz (2/7/1916), Elita Queiroz Germano (3/10/1917), Aldecir Germano de Queiroz (19/5/1923), Maria Erci Germano de Queiroz (3/6/1926), Damião Germano de Queiroz (8/6/1927), Wellington Germano de Queiroz (12/6/1933) e João Germano de Queiroz (18/3/1935). Destes, dois já faleceram: José Germano (14/6/2003) e Damião (15/10/1979).
Ele é oriundo de uma tradicional família política da região conhecida como “Tromba do Elefante”. Mais precisamente dos municípios de Luís Gomes e Marcelino Vieira, já que seu avô João Germano da Silveira, seu pai Francisco Germano da Silveira, seus tios Antonio Germano da Silveira e João Germano da Silveira exerceram o cargo de prefeito no município de Luís Gomes, além de seu avô de criação, Marcelino Vieira da Costa, ter sido deputado provincial e presidente da Intendência Municipal (prefeito), de Luís Gomes em cinco períodos.
Pai de José Negreiros (11/08/1967) e de Cristiano Germano (15/09/1972), fruto do grande amor pela sua amada esposa e prima, dona Simone Negreiros (12/06/1939), paixão concretizada no dia 04 de outubro de 1966, quando se nupciaram.
Na verdade Chiquinho Germano tem como filhos seus, todos os rodolfenses, sejam eles de nascimento ou de coração.
É difícil encontrar um morador de Rodolfo Fernandes que em algum momento não tenha tido as mãos estendidas para uma simples saudação, uma palavra, um conselho ou a firmeza sempre presente deste nosso velho, querido amigo de todas as horas, principalmente daquelas mais tormentosas. Sem falsidade.
De sua família, aqui dissecada nos dois primeiros capítulos desta obra e dos que fazem a atual administração municipal de sua cidade, desde os garis até aos secretários municipais e de seus inúmeros amigos, como por exemplo: José Agripino, Redondo, Rita de Cássia, Betinho Rosado, José Adécio, Lavoisiser Maia, Ney Lopes, Aroldo, Raimundo Fernandes, Victor, Juarez, Enoque, Chico Paulo, 0nacy Carneiro Vaz, Wilma de Faria, Márcia Maia, Rosalba Ciarlini, Jacinta Queiroz e Drª Solange e até mesmo de seus adversários políticos, o reconhecimento de seu valor, de sua liderança.
Único político brasileiro a vencer dez eleições municipais seqüenciais e com 23 anos exercendo o cargo de prefeito, sem que nesse longo trajeto de vida pública jamais tenha se envolvido em corrupção ou falcatrua, diferentemente de muitos políticos brasileiros que atualmente estão mergulhados num verdadeiro mar de lama podre, com governadores e prefeitos corruptos, senadores, deputados e vereadores chantagistas e servidores públicos desonestos recebendo propina, mensalão e mensalinho.
Isso ocorre frequentemente em todas as repartições públicas deste imenso País que, felizmente é gigante pela própria natureza e, infelizmente, corrupto de nascença.
De sua capacidade administrativa, de seu coração bondoso e de suas mãos limpas, é que é forjado o quadro de tudo de positivo que o ser humano Francisco Germano Filho possui.
Nem sempre sabemos reconhecer que os dois principais mandamentos da Lei Divina, são: Amar a Deus sobre todas as coisas (o verdadeiro sentido da vida) e Amar ao próximo como a si mesmo (quem ama não mata). Se todos nós amássemos uns aos outros, jamais aconteceria um homicídio.
Algumas pessoas acham que a maior arma do mundo é a força brutal da ignorância, existente na maioria de nossas autoridades, não sabendo elas que a arma capaz de vencer todas as inconseqüências e sobrepor-se às nossas dificuldades, é exatamente a humildade, que em vez de rebaixar o homem, eleva-o. Não somente aos olhos de seus semelhantes, como aos olhos de Deus. Alguns, quando possuem um pouquinho mais do que merecem, muitas das vezes acabam atropelados por suas limitações e pela soberba. Pois é, a soberba faz com que o homem se julgue superior a todos os seus semelhantes e jamais admita que ninguém possa rivalizar com ele em seus predicados ou talentos. Pior quando nem mesmo possuem a humildade e a grandeza para se levantarem e reconhecerem suas asneiras e fraquezas.
De todas as virtudes de Chiquinho, talvez a mais bela seja a de conhecer profundamente o homem, esse animal sensível e complexo que pode, concomitantemente, amar e odiar o seu semelhante.
Que Deus lhe dê muitos anos de vida, e que neles possamos continuar nos servindo de seu saber: Amar, perdoar, respeitar e servir bem aos seus munícipes e do seu exemplo de excepcional administrador, digníssimo pai e amoroso esposo.
Como seria bom que nossos políticos seguissem esse belíssimo comportamento.
Chiquinho é um exemplo na política potiguar e brasileira, ao contrário do que se vê nos dias atuais, com políticos ladrões e falsos. Chiquinho segue firmemente pelos caminhos da dignidade e honestidade, não tendo jamais, em quase cinco décadas como homem público, demonstrado interesse de enveredar-se pela estrada da corrupção.
Ele é diferente da maioria de nossos políticos que só fazem para si, para suas famílias e para os amigos sem serem incomodados pela Justiça Eleitoral, apesar dessa justiça nos últimos meses, ter dado um pouquinho de exemplo cassando l4 prefeitos potiguares: Ediclaiton Batista Trindade (PMDB), de Pedro Avelino; José Robson (PMDB), de Afonso Bezerra; Gizelda Rodrigues de França (PMDB), de Lagoa D’Anta; Jackson Queiroga (PMDB), de Olho D’Água do Borges; Lanice Ferreira de Macedo (PMDB), de Governador Dix-Sept Rosado; Maria José Gurgel Costa (PFL), de Martins; Flávio Vieira Veras (PP), de Macau; Roberto Lucas de Araújo (PTB), de Ouro Branco; Túlio Antonio de Paiva (PFL), de Rio do Fogo; Gonçalo Chaves Leite Neto (PSB), de Encanto; Gilvan Inácio de Lima (PMDB), de Pedra Preta; Francisco Medeiros Sobrinho (PSDB), de Japi; e Francisco Antônio Carvalho da Fonseca, o “Chiquinho” (PFL), de Galinhos, cassado em 26/01/2005. Desses l4 prefeitos cassados, apenas quatro retornaram ao cargo: Gonçalo Neto, de Encanto, eleito em 27/11/2005; Gilzeda Rodrigues, de Lagoa Dantas, eleita em 16/10/2005 e, por último, Flávio Vieira Veras, de Macau e José Robson de Souza, de Afonso Bezerra, ambos eleitos em 22/01/2006 e empossados em 10/02/2005. Não pela Justiça, mas sim, pelo voto popular através de eleições complementares. Porém, foi a Justiça que permitiu que eles fossem novamente candidatos. Êta, Brasil incorreto. Somente após estes pleitos é que a legislação foi modificada pelo Congresso nacional, não permitindo mais que políticos cassados por crime eleitoral concorram aos novos pleitos.
Vejo que no âmbito nacional, infelizmente, a Justiça tem feito muito pouco no que diz respeito a tentar minimizar a corrupção política. Pelo contrário, ela tem contribuído para aumentar com esse terrível mal brasileiro, como se vê claramente nas três CPIS instaladas atualmente no Congresso Nacional, expedindo liminares em favor de parlamentar que tinha tudo para ser cassado e preso no ínterim do interrogatório. Porém, ao se apresentar protegido por liminar da Justiça nada de mal acontece com o safadão. Ora, conforme sabemos, é dever dela, ao tomar conhecimento de um delito, investigar profundamente e expedir mandado de prisão, determinando que a polícia cumpra-o imediatamente, colocando o criminoso na cadeia. Na CPI é diferente. Acho que a nossa justiça brasileira só funciona mesmo a todo vapor, quando o infrator é um pobre coitado. Com os ricos e parlamentares, infezmente é totalmente diferente.
Os poderosos imaginam assim: “Injustiça é o que interessa o resto não tem pressa”.
Felizmente, a nossa sorte é a existência de três dúzias de parlamentares honestos, como por exemplo: José Agripino, Garibaldi Alves, Betinho Rosado, Ney Lopes e Sandra Rosado que têm feito de tudo para fazer uma verdadeira faxina no Congresso Nacional, mesmo sabendo que tal atitude não é dever deles, mas sim, da Justiça e da Polícia Federal. Se todo político brasileiro fosse honesto igualmente a José Agripino e Chiquinho Germano, nosso Brasil seria a maior economia mundial.
Com uma biografia tão rica e bonita, desejo que continue sendo essa pessoa bondosa e útil para toda a sociedade de Rodolfo Fernandes. É bom que Chiquinho Germano saiba que inúmeras pessoas que o conhecem tanto quanto eu consideram-no um ser humano insubstituível.
O bom não é ser importante, o importante é ser bom.
Chiquinho Germano é importante e bom. Ser bom é uma grande virtude na vida de qualquer ser humano.
Quero ressaltar que o Coronel Chiquinho Germano - é assim que ele é conhecido na região - não por ter vestido a farda da minha querida e amada Polícia Militar ou das Forças Armadas, pois vestiu apenas como atirador, por um pequeno período, em 1949, a farda do Tiro de Guerra de Mossoró2, tampouco por praticar o coronelismo que costumava se utilizar do ódio, do autoritarismo, da soberba e da vingança, como método de atuação política, como registra a história da época dos antigos coronéis de patentes compradas. O seu título de coronel é fruto tão somente do muito tempo em que se encontra no comando da política rodolfense. Exatos 46 anos, sem nunca ter perdido um pleito eleitoral.
Portanto, Rodolfo Fernandes é um município abençoado. Por Deus, primeiramente e por vários outros motivos: por seu povo hospitaleiro, ordeiro e trabalhador ter o querido Santo São José como padroeiro, por ter a bênção das “Meninas das Covinhas” e, principalmente, por possuir um homem público que é sinônimo de trabalho, honestidade e dignidade e que visa, tão somente, a melhoria da qualidade de vida do povo rodolfense.
Está de parabéns CHIQUINHO GERMANO. Rodolfo Fernandes homenageia este valoroso agropecuarista, fazendeiro, empresário e político. Exemplo de ética e honradez na vida pública. Semeador da sinceridade. Nunca enganou a ninguém. Que Deus lhe dê muitos anos de vida.
Enfim, falar de Chiquinho Germano é citar esperança, dignidade, honestidade e lealdade para com o povo rodolfense que confiou, continua e continuará confiando nele. Tomara que seu sucessor continue encantando a todos os rodolfenses, pois só assim teremos a certeza que o município de Rodolfo Fernandes estará entregue em boas, limpas e abençoadas mãos.

Rodolfo Fernandes, 16 de março de 2006.
Subtenente PM Jota Maria


Bicudo – Seguidor dos esquemas políticos adversários do ex-governador Aluísio Alves, cujos seguidores são conhecidos na gíria política do Estado como bacuraus. Dinartistas, seguidores do ex-senador Dinarte Mariz e agripinistas, do atual senador José Agripino, são apelidados no Estado de “Bicudos” ou “araras”.

Tiro de Guerra - Criado em 7/11/1909, na gestão do então presidente da República Nilo Procópio Peçanha (2/10/1867 – 31/3/1924), que governou o Brasil, de 14/6/1909 – 15/11/1910; e do prefeito Antonio Soares do Couto (10/2/1866 – 27/2/1933), no ano de 1949.


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Sub Ten. PM Jota Maria


Chiquinho Germano
O último dos coronéis dos sertões potiguares








HOMENAGEM A FRANCISCO GERMANO FILHO
(C H I Q U I N H O G E R M A N O)
Com LXXVI (76) anos de idade - MCMLXXX (1930 – 2006) MMVI e uma belíssima trajetória mais do que vitoriosa em todos os aspectos, Chiquinho Germano garantiu seu espaço na geografia política e humana da região, com muita dignidade na vida e na política. Uma trajetória cheia de vitórias e de muito amor.
Francisco Germano Filho, conhecido popularmente pelo epíteto de Chiquinho Germano, conduz uma trajetória de vida que se confunde com a história política e administrativa do município de Rodolfo Fernandes, ambos com as mesmas idades (1930/2006).
Bicudo histórico desde o dinartismo até a era agripinista. É o único político potiguar a vencer dez eleições municipais seqüenciais e um dos poucos a contabilizar cinco mandatos de prefeito, eleito pelo voto popular e secreto, já que Fabrício Gomes de Albuquerque Maranhão (13/2/1852 - 19/4/1924) exerceu o cargo de presidente da Intendência Municipal, correspondente ao atual cargo de prefeito, no município de Canguaretama, em sete períodos, porém sem que fosse eleito pelo voto popular, mas sim pelos membros da Intendência Municipal, em eleiçõies indiretas, Manoel Maurício Freire (1850 – 4/10/1927) foi seis vezes Intendente Municipal de Macaíba também conseguindo os mandatos sem o aval das urnas; Reinaldo Gomes Fernandes Pimenta (13/7/1863 – 30/8/1941) foi 4 vezes intendente municipal, primeiro prefeito constitucional e prefeito nomeado do município de Caraúbas; Marcelino Vieira da Costa (26/3/1859 – 2/12/1938) foi Intendente Municipal de Luís Gomes em 5 vezes; Coronel Pompeu Jácome (5/4/1856 – 20/11/1966), prefeito em cinco períodos em Campo Grande, sendo duas vezes nomeado e três através do voto popular; Rafael Godeiro da Silva (1822 – 16/3/1967), duas vezes intendente municipal, primeiro prefeito constitucional e duas vezes prefeito nomeado de Patu; e José Fernandes de Melo (2/3/1917 – 9/9/2001), 5 vezes prefeito, sendo nomeado em duas delas: Encanto e Água Nova, e três vezes eleito no município de Pau dos Ferros): 1963, 1982, 1992, 2000 e 2004.
Chiquinho Germano soma 23 anos de administração municipal, o que faz a população rodolfense vê-lo como o verdadeiro padroeiro da cidade.
Que “SÃO JOSÉ” e seus devotos, perdoem-me pela gentil diferença.

Este é o perfil e a trajetória de trabalho de uma das maiores expressões da vida pública do Rio Grande do Norte. Natural de Luís Gomes-RN, nascido a 16 de abril de 1930, pertence a uma prole de 8 irmãos: JOSÉ GERMANO DE QUEIROZ (2/7/1916), ELITA QUEIROZ GERMANO (3/10/1917), ALDECIR GERMANO DE QUEIROZ (19/5/1923), MARIA ERCI GERMANO DE QUEIROZ (3/6/1926), DAMIÃO GERMANO DE QUEIROZ (8/6/1927), WELLINGTON GERMANO DE QUEIROZ (12/6/1933) e JOÃO GERMANO DE QUEIROZ (18/3/1935). Destes, dois já faleceram: JOSÉ GERMANO (14/6/2003) e DAMIÃO GERMANO (15/10/1979).
Ele é oriundo de uma tradicional família política na “Tromba do Elefante”. Mais precisamente dos municípios de Luís Gomes e Marcelino Vieira, já que seu avô João Germano da Silveira, seu pai Francisco Germano da Silveira, seus tios Antonio Germano da Silveira e João Germano da Silveira exerceram o cargo de prefeito no município de Luís Gomes, além de seu avô de criação, Marcelino Vieira da Costa, ter sido deputado provincial e presidente da Intendência Municipal (prefeito), de Luís Gomes em cinco períodos.
Pai de JOSÉ NEGREIROS (11/08/1967) e de CRISTIANO GERMANO (15/09/1972), fruto do grande amor pela sua amada esposa e prima, dona Simone Negreiros (12/06/1939), paixão essa concretizada no dia 4 de outubro de 1966, quando se nupciaram. Na verdade CHIQUINHO GERMANO tem como filhos seus, todos os rodolfenses, sejam eles de nascimento ou de coração. É difícil encontrar um morador de Rodolfo Fernandes que em algum momento não tenha tido as mãos estendidas, para uma simples saudação, uma palavra, um conselho ou a firmeza sempre presente deste nosso velho, querido e amigo de todas as horas, principalmente, naquelas mais tormentosas. Sem falsidade.
De sua família, aqui dissecada nos dois primeiros capítulos desta obra e dos que fazem a atual administração municipal de sua cidade, desde os garis até aos secretários municipais e de seus inúmeros amigos, como por exemplo: José Agripino, Redondo, Rita de Cássia, Betinho Rosado, José Adécio, Lavoisiser Maia, Ney Lopes, Aroldo, Raimundo Fernandes, Victor, Juarez, Enoque, Chico Paulo, 0nacy Carneiro Vaz, Wilma de Faria, Márcia Maia, Rosalba Ciarlini, Jacinta Queiroz e Drª Solange e até mesmo de seus adversários políticos, o reconhecimento de seu valor, de sua liderança.
Único político brasileiro a vencer dez eleições municipais seqüenciais e com 23 anos exercendo o cargo de prefeito, sem que esse longo trajeto de vida pública jamais tenha se envolvido em corrupção ou falcatrua, diferentemente de muitos políticos brasileiros que atualmente estão mergulhados num verdadeiro mar de lama podre, com governadores e prefeitos corruptos, senadores, deputados e vereadores chantagistas e servidores públicos desonestos recebendo propina, mensalão e mensalinho.
Isso ocorre frequentemente em todas as repartições públicas deste imenso País que, felizmente é gigante pela própria natureza e infelizmente, corrupto de nascença.
De sua capacidade administrativa, de seu coração bondoso e de mãos limpas é que é forjado o quadro de tudo de positivo que o ser humano Francisco Germano Filho possui.
Nem sempre sabemos reconhecer que os dois principais mandamentos da Lei Divina, são: AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS (o verdadeiro sentido da vida) e AMAR AO PRÓXIMO COMO A SI MESMO (quem ama não mata). Se todos nós amássemos uns aos outros, jamais aconteceria um homicídio.
Algumas pessoas acham que a maior arma do mundo é a força brutal da ignorância existente na maioria de nossas autoridades, não sabendo elas que a arma capaz de vencer todas as inconseqüências e sobrepor-se a nossas dificuldades é exatamente a HUMILDADE, que em vez de baixar o homem, eleva-o, não somente aos olhos de seus semelhantes, como aos olhos de DEUS. Alguns, quando possuem um pouquinho mais do que merecem, muitas das vezes acabam atropelados por suas limitações e pela soberba. Pois é, a SOBERBA faz com que o homem se julgue superior a todos os seus semelhantes e jamais admite que ninguém possa rivalizar-se com ele em seus predicados ou talentos. Pior quando nem mesmo possuem a humildade e a grandeza para se levantarem e reconhecerem suas asneiras e fraquezas.
De todas as virtudes de Chiquinho talvez a mais bela seja a de conhecer profundamente o homem, esse animal sensível e complexo que ao mesmo tempo pode amar e odiar o seu semelhante.
Que DEUS lhe dê muitos anos de vida, e que neles possamos continuar nos servindo de seu saber: AMAR, PERDOAR, RESPEITAR e SERVIR BEM aos seus munícipes, e do seu exemplo de excepcional administrador, digníssimo pai e amoroso esposo.
Como seria bom que nossos políticos seguissem esse belíssimo comportamento.
Chiquinho é um exemplo na política potiguar e brasileira, ao contrário do que se vê nos dias atuais, com políticos ladrões e falsos. Chiquinho segue firmemente pelos caminhos da dignidade e honestidade, não tendo jamais, em quase cinco décadas como homem público, demonstrado interesse de enveredar-se pela estrada da corrupção.
Ele é diferente da maioria de nossos políticos que só fazem para si, para suas família e para os amigos sem serem incomodados pela Justiça Eleitoral, apesar dessa justiça nos últimos meses, ter dado um pouquinho de exemplo, cassando l4 prefeitos potiguares: Ediclaiton Batista Trindade (PMDB), de Pedro Avelino; José Robson (PMDB), de Afonso Bezerra; Gizelda Rodrigues de França (PMDB), de Lagoa Dantas; Jackson Queiroga (PMDB), de Olho D’Água do Borges; Lenice Ferreira de Macedo (PMDB), de Governador Dix-Sept Rosado; Maria José Gurgel Costa (PFL), de Martins; Flávio Vieira Veras (PP), de Macau; Roberto Lucas de Araújo (PTB), de Ouro Branco; Túlio Antonio de Paiva (PFL), de Rio do Fogo; Gonçalo Chaves Leite Neto (PSB), de Encanto; Gilvan Inácio de Lima (PMDB), de Pedra Preta; Francisco Medeiros Sobrinho (PSDB), de Japi; e Francisco Antônio Carvalho da Fonseca, o “Chiquinho” (PFL), de Galinhos, cassado em 26/01/2005. Desses l4 prefeitos cassados, apenas quatro retornaram ao cargo: Gonçalo Neto, de Encanto, eleito em 27/11/2005; Gilzeda Rodrigues, de Lagoa Dantas, eleita em 16/10/2005 e, por último, Flávio Vieira Veras, de Macau e José Robson de Souza, de Afonso Bezerra, ambos eleitos em 22/01/2006 e empossados em 10/02/2005. Não pela justiça, e sim, pelo voto popular através de eleições complementares. Porém, foi a Justiça que permitiu que eles fossem novamente candidatos. Êta, Brasil incorreto.
Vejo que no âmbito nacional, infelizmente, a Justiça tem feito muito pouco no que diz respeito a tentar minimizar a corrupção política. Pelo contrário, ela tem contribuído para aumentar com esse terrível mal brasileiro, como se vê claramente nas três CPIs instaladas atualmente no Congresso Nacional, expedindo liminar em favor de parlamentar que tinha tudo para ser cassado e preso no ínterim do interrogatório. Porém, ao se apresentar protegido por liminar da justiça nada de mal acontece com o safadão. Ora, conforme sabemos, é dever dela, ao tomar conhecimento de um delito, investigar profundamente e expedir mandado de prisão determinando que a polícia cumpra-o imediatamente, colocando o criminoso na cadeia. Na CPI é diferente. Acho que a nossa justiça brasileira só funciona mesmo a todo vapor, quando o infrator é um pobre coitado. Com os ricos e parlamentares, infezmente é totalmente diferente.
Os poderosos imaginam assim: “Injustiça é o que interessa o resto não tem pressa”.
Felizmente, a nossa sorte é a existência de três dúzias de parlamentares honestos, como por exemplo: José Agripino, Garibaldi Alves, Betinho Rosado, Ney Lopes e Sandra Rosado que têm feito de tudo para fazer uma verdadeira faxina no Congresso Nacional, mesmo sabendo que tal atitude não é dever deles, e sim, da Justiça e da Polícia Federal. Se todo político brasileiro fosse honesto igualmente a José Agripino e Chiquinho Germano nosso Brasil era a maior economia mundial.
Com uma biografia tão rica e bonita, desejo que continue sendo essa pessoa bondosa e útil para toda a sociedade de Rodolfo Fernandes. É bom que Chiquinho Germano saiba que inúmeras pessoas que o conhecem tanto quanto eu, consideram-no um ser humano insubstituível.
O bom não é ser importante, o importante é ser bom.
Chiquinho Germano é importante e bom. Ser bom é uma grande virtude na vida de qualquer ser humano.
Quero ressaltar que o Coronel Chiquinho Germano - é assim que ele é conhecido na região - não por ter vestido a farda da minha querida e amada Polícia Militar ou das Forças Armadas, pois vestiu apenas como atirador, por um pequeno período, em 1949, a farda do Tiro de Guerra de Mossoró (criado em 7/11/1909, na gestão do então presidente da República Nilo Procópio Peçanha (2/10/1867 – 31/3/1924), que governou o Brasil, de 14/6/1909 – 15/11/1910; e do prefeito Antonio Soares do Couto (10/2/1866 – 27/2/1933), no ano de 1949. tampouco por praticar o coronelismo (que costumava de se utilizar do ódio, do autoritarismo, da soberba e da vingança como métodos de atuação política, como registra a história da época dos antigos coronéis de patentes compradas. O seu título de coronel é fruto tão somente do muito tempo em que se encontra no comando da política rodolfense. Exatos 46 anos, sem nunca ter perdido um pleito eleitoral.
Portanto, Rodolfo Fernandes é um município abençoado. Por Deus, primeiramente, e por vários outros motivos: por seu povo hospitaleiro, ordeiro e trabalhador ter o querido Santo São José como padroeiro, por ter a benção das “Meninas das Covinhas” e, principalmente, por possuir um homem público que é sinônimo de trabalho, honestidade e dignidade e que visa, tão somente, a melhoria da qualidade de vida do povo rodolfense. Estou me referindo, claro, ao prefeito Chiquinho Germano.
Está de parabéns Chiquinho Germano. Rodolfo Fernandes homenageia este valoroso agropecuarista, fazendeiro, empresário e político. Exemplo de ética e honradez na vida pública. Semeador da sinceridade. Nunca enganou a ninguém. Que Deus lhe dê muitos anos de vida.
Enfim, falar de Chiquinho Germano é citar esperança, dignidade, honestidade e lealdade para com o povo rodolfense que confiou, continua e continuará confiando nele. Tomara que seu sucessor, isto é, depois de seu sexto mandato, continue encantando a todos os rodolfenses, só assim teremos a certeza que o município de Rodolfo Fernandes estará entregue em boas, limpas e abençoadas mãos.

Rodolfo Fernandes, 16 de Março de 2006.




















NOTA EXPLICATIVA
ATENÇÃO SENHORES E SENHORAS RODOLFENSES. LEIAM ISSO ANTES DE COMEÇAR.
Não seria justo se escrever um livro falando sobre o último dos remanescentes do coronelisno norte-rio-grandense, que é o coronel Francisco Germano Filho – CHIQUINHO GERMANO, atual prefeito do município de Rodolfo Fernandes, sem antes explicar aos leitores desta obra sobre essa patente e quem foram seus antecessores.
Primeiramente vamos descrever referente à patente de coronel.
Patente surgida com a criação da Guarda Nacional pela Regência Trina Permanente, eleita pela Assembléia Geral, em 17/6/1831, substituída pela Regência Una em 12/10/1835, através de uma lei datada de 18 de agosto de 1831, em substituição às antigas Milícias de 0rdenação. Em plena crise da Regência, ela nasce para garantir a ordem interna nas províncias e áreas distantes do poder central.
Seus comandantes são os grandes proprietários rurais, que atingem até a patente de coronel. Muitos desses coronéis enriqueceram com a indústria da seca na região do Nordeste, como também deixaram essa terrível herança para a maioria de nossos atuais políticos. Herança maldita que deverá ser extinta com a realização da transposição do Rio São Francisco.
Os milicianos são recrutados entre empregados, agregados e a população pobre em geral. Eles combatem quilombos, perseguem negros fugitivos e expulsam posseiros e índios das fazendas.
Após a proclamação da República, a Guarda Nacional é extinta, mas os coronéis mantêm o poder em suas terras e em áreas de influência, especialmente nos sertões do Nordeste. Eles garantem a eleição de candidatos dos governos federal e estaduais, fazem propaganda, controlam as eleições e a apuração. Exercitam a troca de favores por votos, prática que se apóia nas velhas relações paternalistas nascidas na sociedade colonial.
Os coronéis eram peças fundamentais para o sucesso da “política dos governadores”, esquema montado pelo presidente da República Manoel Ferraz de Campos Sales (15/11/1892 – 15/11/1902), nascido a 13 de fevereiro de 1841 e falecido em 26 de junho de 1913. Todo esse poder só começa a se extinguir com a urbanização e a industrialização do País. Sobretudo a partir de 1930. Estando atualmente em quase total extinção.
Acho que depois do desaparecimento de Chiquinho Germano o coronelismo em nossa região deverá ser extinto por completamente.
Queremos ressaltar que além de Chiquinho Germano, ainda temos vivo o coronel dos coronéis. Estou me referindo a Aluízio Alves, nascido a 21/8/1921, em Angicos, atualmente com 85 anos de idade.
Na época da criação da Guarda Nacional do Brasil, aqui no Rio Grande do Norte o administrador estadual era o senhor Antonio da Rocha Bezerra, membro do Conselho da Província, eleito em 30 de agosto de 1825, que governou de 10 de março de 1830 a 22 de fevereiro de 1832.
O coronel, para exercer sua influência em sua região, tinha que ser “homem macho”, capaz de matar ou mandar matar qualquer pessoa (diferentemente de Chiquinho Gemano, que é um coronel do bem) que contrariasse os seus interesses. Contava também com um grande número de protegidos, seus afilhados. Portanto, o coronelismo é a “estrutura política por intermédio da qual os chefes de clãs rurais e grandes latifundiários assumiram o controle da política”. E acrescenta: “a distribuição de postos da Guarda Nacional, que exercia mais funções de “ordem honorífica” do que, propriamente, de corpo de tropa, obedecia ao critério de posição social e política dos indivíduos”.
O coronel é, portanto, o chefe político. Quase sempre o grande latifundiário, exercendo um verdadeiro monopólio da terra. Em seu seio uma economia voltada essencialmente para a exportação de alguns produtos, o que entravou brutalmente o crescimento das forças produtivas.
É impossível se falar na extinta estrutura política do coronelismo aqui no Estado do Rio Grande do Norte, sem que se fale no saudoso Major Theodorico Bezerra (23/7/1903 – 5/9/1994), que foi o principal personagem desse regime em todo o território potiguar, ficando conhecido como “Imperador do Sertão”.
Nascido no município de Santa Cruz-RN, em 23/7/1903, filho de José Pedro Bezerra e de Anna Souza Bezerra de Souza (Donana).
Fez os primeiros estudos em sua terra natal. Em 1917 exercia o comércio, como ambulante. Em princípio, comprando e vendendo tudo. Mas o negócio do couro era o de maior expressão.
Parou suas atividades quando foi servir o exército, mais precisamente no 21º Batalhão de Caçadores, em Natal, onde permaneceu de 1923 até 1924, quando chegou até a graduação de cabo. Por essa razão, ficou conhecido pela alcunha de “cabo”. O título de “major” apareceu depois, quando militava na política.
Saindo do exército, comprou, juntamente com um amigo, um caminhão. Depois, vendeu sua parte e comprou, em Natal, o “Hotel dos Leões”. Aos poucos, foi comprando outros: “o Internacional”, “Avenida” e o “Palace Hotel”, até fixar-se definitivamente no ramo com o arrendamento do ‘Grande Hotel”, inaugurado em 13 de maio de 1939.
Theodorico Bezerra, apesar de suas inúmeras atividades, ficou conhecido, sobretudo como algo que na realidade nunca deixou de ser: um coronel que emerge e se modela no trânsito entre o novo apogeu do coronelismo e seu rápido declínio. Projeta o perfil de um ‘novo coronel’ despido das características anteriores de truculência, jaguncismo, desacato às autoridades constituídas que lhe estorvassem os propósitos particulares ventindo-o de uma roupagem de porte mais ajustado ao figurino da época que transcorre: pacifismo, moradores desarmados, colaboração com as instituições governamentais.
Um dos traços fundamentais da personalidade de Theodorico Bezerra é o seu dinamismo. Sempre procurou diversificar suas atividades, sendo vencedor em todas elas. Como fazendeiro, chegou a criar um verdadeiro império: Irapuru, comprada no ano de 1928. A fazenda compreendida entre os municípios de Santa Cruz, Tangará e São José de Campestre, tinha 14 hectares de extensão, foi adquirida por cerca de 12 contos de réis. Nessa fazenda possuía dois principais açudes do Estado – Trairi e Japi – viviam sob as asas do major Theodorico cerca de três mil pessoas que, segundo as regras por ele estabelecidas, deveriam andar na linha. No entanto, algumas de suas “normas”, conforme era possível observar em suas “cadernetas” – pois cada morador de Irapuru tinha a sua – se pautavam pela rigidez no trato com os trabalhadores.
Algumas delas chegavam ao absurdo de exigir que os pais criassem os filhos sem que os primeiros, os pais pudessem aprender a ler e escrever, sob pena de serem expulsos da propriedade. No entanto, os moradores da fazenda eram obrigados a, como diziam as condições, “botar os filhos na Escola”. Na fazenda Irapuru, apesar das rígidas regras de conduta estabelecidas pelo “major” Theodorico, as famílias obtinham participação naquilo que era produzido dentro da propriedade. Esta “partilha” era muita vezes objeto dos comentários do major, que se afirmava aos que o conheciam como socialista. “Ele se dizia socialista e costumava confirmar sua teoria afirmando ser o proprietário, por exemplo, das vacas, mas o leite era da comunidade”. Como comerciante, se tornou sócio de uma agência de carros; proprietário de uma farmácia; dono de uma casa de fogos. Chegando, inclusive, a fazer parte da diretoria da Associação Comercial de Natal (Fundada em 2/10/1892, que teve como primeiro presidente o Sr. Fabrício Gomes Pedroza). Como político, foi um grande líder, com uma importante participação na vida partidária do Rio Grande do Norte. Entrou para a política sob a influência do Interventor DIOCLÉCIO DANTAS DUARTE (16/10/1894 – 22/12/1975), que era Secretário-Geral do Interventor Georgino Avelino (31/7/1887 – 2/4/1959), e administrou o Estado no período de 19/10 a 17/11/45.
No dia 23/5/1945 ingressou no Partido Social Democrático. No 19/1/1947, foi eleito deputado estadual.
Naquele ano José Augusto Varela (28/11/1896 – 14/6/1976), seu amigo, venceu as eleições para governador, derrotando seu opositor, o Dr. Floriano Cavalcanti de Albuquerque (10/12/1895 – 7/10/1973), com uma maioria de 50.028 votos.
O primeiro projeto de Lei de Theodorico Bezerra na Assembléia Legislativa foi a criação do município de São José de Campestre, que se transformou na Lei nº 146, de 23/12/1948, que criou o referido município, desmembrando-o do município de Nova Cruz.
Theodorico foi também membro da Comissão do Comércio, Indústria, Agricultura e 0bras Públicas.
No dia 3/2/1949, assumiu o comando do PSD - Partido Social Democrático. Em 3/10/1950 foi eleito deputado federal. No ano de 1960 apoiou Aluízio Alves (Angicos, 21/8/1921) e Monsenhor Walfredo Dantas Gurgel (Caicó, 2/10/1908 – Natal, 4/11/1971) para governador e vice, respectivamente, chapa que em 3 de outubro venceu seus opositores Djalma Marinho e Jerônimo Vingt Rosado Maia. Seis anos depois, mais precisamente no dia 15 de novembro de 1966, o “major” Theodorico acostumado a vencer, obteve sua primeira derrota na política: não conseguiu se eleger senador da República, perdendo para o Dr. Francisco Duarte Filho, de Mossoró.
Como político, é claro, possuía uma visão coronelística. Tudo era válido, contanto que levasse à vitória: “ameaça, suborno, pedido humilde, favores, traições, tudo, enfim”.
Em sua fazenda Irapuru recebia os visitantes com grandes festas. Possuia duas bandas de música, uma integrada por homens e outra composta totalmente por mulheres.
Certa vez, recebeu uma turma de alunos e professores de uma escola do município de Natal, soltando foguetões e com o desfile das duas bandas. Uma moça, ao sair do ônibus, descascava uma laranja para comer, Theodorico viu e ordenou que a estudante guardasse a laranja porque, caso contrário, não teria fome na hora do almoço. E foi servido realmente um grande banquete farto em alimento e bebidas.
Theodorico Bezerra, inteligente e trabalhador, sabendo tirar proveito da influência que desfrutava na política, conseguiu somar uma grande fortuna. Em suas fazendas chegou a produzir, às vezes, mil quilos de algodão. Possuia, ainda duas usinas de beneficiamento de algodão; três fábricas de óleo, e uma refinaria de óleo. Em Natal, dirigiu o Grande Hotel, que teve um papel de destaque durante a Segunda Guerra Mundial, considerado como o melhor da cidade. Foi dono da Rádio Trairi, atual Tropical (inaugurada em 1/9/1962, que teve como primeiro diretor, o senhor Tales Magalhães Dantas. Em 21/9/1984 passou a se chamar Tropical de Natal, de José Agripino Maia) e do Jornal do Comércio de Natal, fundado em 1/5/1926.
“Trabalhador tem que acordar cedo, andar ligeiro e conversar pouco”. “Viver sem trabalhar é a maior maldição da vida”. As frases acima eram algumas das muitas frases inscritas nas paredes da casa da fazenda de Theodorico Bezerra. Máximas que serviam de lema para um dos homens que representaram seu tempo, um dos últimos coronéis potiguares. Ele era dono de uma personalidade forte que muitas vezes chegava a desagradar alguns, mas era também dono de uma visão progressista e de uma visão social nuito à frente de seu tempo, apesar do que tem-se dito ao longo dos anos.
Muitas de suas ações eram tidas como puramente políticas, quando, na verdade, não o eram. Ele incorporava a questão do espírito público.
É nome do Centro de Eventos do Hotel Escola Barreira Roxa, em Natal.
Um dos filhos de Theodorico Bezerra, de nome Kleber de Carvalho Bezerra, em 15/11/1982, foi eleito deputado estadual, pela legenda do PFL, com 15.793 votos, e reeleito em 15/11/1986. Seu sobrinho, Lauro Gonçalves Bezerra também exerceu o mandato de deputado estadual. Atualmente, um de seus sobrinhos: Fernando Luiz Gonçalves Bezerra (20/2/41), filho de João Bianor Bezerra e de Hermília Gonçalves Bezerra, exerce o mandato de senador da República, além de ter exercido por vários anos a presidência da Confederação Nacional da Indústria. O pai de Fernando Bezerra também exerceu o mandato de prefeito de Santa Cruz, no período de 31/3/1953 – 31/1/1958. Além desses Bezerra, podemos citar ainda: Aluízio Bezerra, deputado; José Bezerra Cavalcante, prefeito de Santa Cruz, de 31/1/1969 – 31/1/1973). Dr. Jáecio Luiz Bezerra Fiúza, prefeito nomeado em 19/9/1945. Sua mãe, dona Ana Bezerra foi a primeira proprietária de hotel de sua terra natal denominado de “Hotel Santacruzense”, inaugurado em 1915. Ela é patrona da Maternidade dessa cidade, instalada em 4/2/1952.
Theodorico é patrono de uma escola municipal na cidade de Santa Cruz, cuja homenagem foi feita com ele vivo.
Em 1978, após passar um período em Natal, o cartunista Henfil, familiarizado com algumas rotinas da capital, tomou conhecimento daquele que seria um dos “últimos dos coronéis do sertão”: Theodorico Bezerra. Foi por intermédio do cartunista que, através da Rede Globo, foi filmado o documentário “Major” Theodorico, o Imperador do Sertão, do diretor Eduardo Coutinho.
Henfil manteve contato com a Rede Globo de Televisão, no Rio de Janeiro, e falou sobre a descoberta daquele que seria um dos últimos remanescentes do coronelismo. A emisssora comprou a idéia e manteve contato com Theodorico para acertar os detalhes da empreitada. No filme ele relata este fato, mas o sobrinho Lauro Gonçalves Bezerra, no livro que fala do assunto, afirma que, quando indagado sobre a intenção da emissora em realizar um filme documentário sobre ele, Theodorico mostrou-se receoso com a “entrevista” afirmando que seria cara. Ao saber que todo o trabalho se daria de graça, o “major” afirmou estar de “pleno acordo”.
O diretor Eduardo Coutinho decidiu que, mais que apresentar a rotina daquela personalidade histórica regional, deveria permitir que ela própria que contasse sua história. Assim Coutinho procedeu: o documentário é conduzido pelo próprio “Majó” Theodorico, que versa sobre suas convições, valores, regras e como é a vivência com o poder. O filme – que não fora exibido no Estado, pois, por ser um ano eleitoral, a Lei Falcão não permitia sua exibição – mostra o “majó” em Irapuru, no Grande Hotel e percorrendo as casas de seus “empregados” destilando sua filosofia.
Em alguns momentos do filme, devido a sua própria natureza, o “majó” brinda o espectador com as considerações adquiridas ao longo de sua passagem pela “Universidade da Vida”. Em uma delas, chega a justificar – à sua maneira – a poligamia. Sua casa, repleta de dizeres e recomendações, complementares as palavras e ponderações daquela figura única.
Uma seqüência chama a atenção do espectador: o momento em que o “majó” promove um surreal desfile em sua prpriedade. Trajando um misto de indumentária militar – com resquícios do cangaço - Theodorico passeia com seu visual austero juntamente com os “funcionários” da fazenda.
Além de versar sobre sua vida, o filme mostra como se dava a relação entre o “majó” e seus protegidos. Em um momento do filme, depois de adentrar uma moradia de sua propriedade e mostrar as regras de conduta – que deveriam ser seguidas por todos -, Theodorico questiona uma moradora acerca das regras e de como esta avalia a moradia em Irapuru: positivamente avaliado, o “majó” olha a câmera como alguém que reafirma sua força.
Major Theodorico, o Imperador do Sertão, mais que um filme que retrata uma persosalidade política potiguar, é um documento indispensável aos que querem conhecer um pouco mais acerca do passado social e político do Estado. Theodorico é a síntese dos rumos tomados pela sociedade potiguar nos últimos anos e de como esta tem se desvencilhado do modelo por ele estabelecido.
Theodorico Bezerra quando morreu no dia 5 de setembro de 1994, aos 81 anos de idade, já não desfrutava do prestígio de outrora.
Portanto, no regime do coronelismo foi um tempo em que a figura mais importante e poderosa no interior do Estado era o coronel. Personagem hoje quase em extinção, talvez, Chiquinho Germano seja o último dos coronéis potiguares. Sua palavra era lei irrecorrível, suas sentenças definitivas, seus julgamentos infalíveis. Aqui no Rio Grande do Norte havia as figuras paradigmáticas de vários coronéis, além de Theodorico Bezerra.
A seguir relacionamos os nomes de coronéis potiguares, alguns deles com patente oficializada e outro não, apenas eram tachado de coronel, como popularmente se dizia, e, em virtude de comandar a política potiguar, em suas regiões de origens, por um longo período, além de serem grandes fazendeiros, como exemplo: Lucas Pinto, que comandou a política apodiense por mais de 3 décadas.

= Vicente Ferreira Pinto – Apodi (23/7/1781 – 15/6/1847);= João Nogueira de Lucena 0liveira, 1º dministrador do Apodi (28/04/1790 – 9/12/1854); =André de Albuquerque Maranhão, Canguaretama (1797 – 26/7/1857);= Alexandre Moreira Pinto,Lúis Gomes, Martins, Pau dos Ferros e Portalegre (5/8/1767 – 13/9/1855);= Elias Antonio Cavalcanti de Albuquerque, Assu-Apodi (25/12/1792 – 4/10/1863);= Agostinho Fernandes de Queiroz, Martins/Pau dos Ferros (21/4/1780 – 6/3/1866);= Luiz Manoel Fernandes, Caraúbas (1786 – 13/3/1871); = Manoel Varela do Nascimento, Ceará-Mirim (24/12/1802 – 1/3/1881);= Miguel Ribeiro Dantas São José de Mipibú (9/5/1799 – 14/7/1881)= Bonifácio Francisco Ribeiro Dantas, Natal (14/5/1813 – 2/11/1884);= Epifânio José Fernandes de Queiroz, Pau dos Ferros (16/4/1799- 8/12/1884);= Miguel Arcanjo Guilherme de Melo¸Mossoró (1805 - 7/3/1888);= Manoel de Melo Montenegro Pessoa, Assu (1807 – 1889);= Amaro Barreto, Natal (15/1/1825 – 23/11/1890); = Estevam José Barbosa de Moura,Taipu/Macaíba (21/01/1810 – 2/12/1891); = Simão Balbino Guilherme de Melo, Mossoró (31/3/1816 – 15/7/1893);= Felipe Néri de Carvalho e Silva,Santana do Matos (2/5/1829 – 16/7/1893); = Antonio B. Ribeiro Dantas, São José de Mipibú (13/6/1829 – 21/11/1894);= José Moreira Bandeira Castelo Branco Goianinha (4/9/1828 – 16/7/1895);= Luiz Gonzaga de Brito Guerra, Campo Grande, Assu e Caraúbas (27/9/1818 – 6/6/1896);= Antonio Carlos Martins,¸Caraúbas (3/1/1857 – 23/3/1899);= Manoel Lins Wanderlei, Assu (1828 – 1899);= Sebastião Celino de 0liveira Pinto, Apodi (18/6/1819 – 27/07/1901); = Eufrásio Alves de Oliveira, Macau falecido em 4/2/1904); = Sebastião de Souza Bastos, Areia Branca/Mossoró (30/1/1855 – 21/3/1905); = Joaquim Leopoldo Raposo Câmara, Ceará Mirim (7/11/1818 – 6/6/1905);= Manoel Praxedes Benevides Pimenta, Caraúbas (10/5/1838 – 27/9/1905); =Manoel Leopoldo Raposa Câmara, Ceará-Mirim (4/1/1810 – 7/11/1905);= Ezequiel de Araújo Fernandes, Caicó (9/4/1843 – 24/4/1906);= Elias Antonio Ferreira Souto, Assu (25/1/1848 – 17/5/1906);= Luiz Pereira Tito Jácome, Campo Grande (4/1/1832 – 19/6/1906);= Antonio Fernandes de 0liveira, Luís Gomes (25/11/1841 – 16/11/1906);= José Bernardo de Medeiros, Caicó (20/8/1837 – 15/1/1907) – Avô do governador Dinarte Mariz. Este filho de Manoel Mariz Filho; = João de Brito Guerra Pinto, Apodi (9/6/1872 – 8/7/1907);= Antonio Manuel de 0liveira Martins, Martins/Pau dos Ferros/Portalegre (28/4/1919 – 6/4/1908);= Cezário Fernandes de 0liveira, Caraúbas (1867 – 21/1/1910);= Francisco Gurgel de 0liveira, Caraúbas/Mossoró (7/9/1848 – 7/1/1910) – prefeito de Mossoró e governador do estado;= Antonio Bento de Araújo Lins, Ceará-Mirim (14/2/1829 – 7/12/1911);= Luiz Soares da Silveira,Apodi (falecido em 3/2/1917);= Antonio Soares de Macedo, Assu (27/2/1831 – 11/5/1917);= Manoel Liberalino de 0liveira, Areia Branca/Mossoró (11/11/1893-10/12/1918); = Bento Praxedes Fernandes Pimenta Martins/Mossoró (31/1/1871 – 29/4/1922);=Cristalino da Costa 0liveira, Martins (11/4/1845 – 16/12/1922);= Pedro Regalado de Medeiros Lins, Martins (13/5/1877 – 13/3/1923);= Manoel Benicio de Melo, Mossoró (falecido em 26/9/1923);= Fabrício Gomes de Albuquerque Maranhão, Macaíba e Canguaretama (13/2/1852 - 18/4/1924) – 7 vezes prefeito de Canguatama;= Francisco Fernandes Carneiro, Caraúbas (6/9/1863 – 20/5/1925);= Pedro Soares de Araújo, Assu (29/8/1855 – 11/4/1927);= Manoel Maurício Freire, Macaíba (1850- 4/10/1927) – prefeito daquela urbe em seis mandatos;= Francisco Evaristo de Queiroz Sales, Luís Gomes/Pau dos Ferros (29/1/1865 – 19/10/1927);= Rodolfo Fernandes de 0liveira Martins, Mossoró (24/5/1872 – 11/10/1927);= Joaquim José Correia, Pau dos Ferros (16/9/1848 – 25/9/1928),= João Pessoa de Albuquerque, São Miguel (falecido em 26/5/1929);Petronilo Ferreira Pinto(Caraúbas (31/5/1874 – 9/6/1929); = Foi o 1º prefeito constitucional de sua terra natal;= Feliciano Ferreira Teteu, Região Agreste (21/3/1850 – 7/2/1930);= Antonio Bento de 0liveira, Caraúbas (11/2/1864 – 4/6/1930);= Jerônimo Rosado, Mossoró (8/12/1861 – 25/11/1930);= Francisco Fausto de Souza, Mossoró/Areia Branca (19/5/1861 – 14/1/1931);= Joaquim da Silva Saldanha – QUINCA SALDANHA, Campo Grande/Caraúbas (11/12/1872 – 14/6/1932);= Bento Antonio de 0liveira, Caraúbas (27/3/1888 – 27/9/1933);=Tibúrcio Valeriano Gurgel do Amaral, Felipe Guerra/Apodi (14/4/1843 – 10/12/1933);= Francisco Ferreira Pinto, Apodi (17/4/1895 – 2/5/1934)- 1º prefeito constitucional de Apodi;= Francisco Germano da Silveira, Luís Gomes (18/4/1884 – 13/11/1934) – pai do biografado;= Fernando Gomes Pedrosa, Macaíba (30/3/1886 – 9/3/1936);= Joaquim Ferreira Chaves, (15/10/1852 – 12/3/1937) – Casou-se em primeiras núpcias em 9/2/1975, com Alexandrina Barreto Ferreira Chaves, nascida na povoação de Barriguda, atual cidade de Alexandria, no dia 15/2/1842 e falecida no Rio de Janeiro em 10/1/1921, filha de Domingos Velho Barreto Júnior. 0 nome da cidade de Alexandria é em sua homenagem, por ter sido a primeira dama estadual. Joaquim Ferreira Chaves, 5 vezes senador e 3 vezes governador, casou-se em segundas núpcias em 7/12/1922, com Maria Ferreira Chaves;= Marcelino Vieira da Costa, Luís Gomes (26/3/1859 – 2/12/1938) – prefeito de Luís Gomes em 5 períodos, é avõ de Chiquinho Germano;= Francisco Dantas de Araújo, Pau dos Ferros (12/9/1872 – 9/9/1942) – É patrono de cidade e foi o 1º prefeito constitucional de Pau dos Ferros;= José Martiniano de Queiroz, Pau dos Ferros/Iracema-CE (16/7/1863 – 2/5/1943) – sogro de Chiquinho Germano;= Alberto Frederico de Albuquerque Maranhão, Macaíba ( 2/10/1872 – 1/1/1944);=Demétrio do Rego Lemos, Martins (20/10/1867 – 13/5/1945);=0linto Gurgel do Amaral,Caraúbas 15/4/1868 – 5/11/1945);= Emiliano Bezerra da Costa Avelino, Macau (22/3/1858 – 21/11/1945);= Severiano Régis de Melo, Apodi (8/11/1871 – 26/1/1946); = Joaquim Godeiro da Silva,patu (7/11/1861 – 10/7/1947)= Antonio Gonçalves Vieira, Luís Gomes (26/3/1860 – 3/12/1947);= Joaquim Ignácio de Carvalho Filho, Martins/Natal 6/2/1888 – 9/6/1948);= Alfredo Fernandes, Mossoró (5/4/1884 – 24/12/1948);= João Ferreira Leite, Apodi-Mossoró (25/2/1878 – 5/3/1949);Antonio Gurgel do Amaral, Apodi (1872 – 4/2/1950);= Rafael Fernandes Gurjão, Pau dos Ferros, Mossoró e Estado (24/10/1891 – 11/6/1952) – padrinho do biografado. 1º prefeito constitucional de Mossoró e governador do Estado do RN; = Vicente José Tertuliano Fernandes, Mossoró (9/10/1871 – 23/10/1952);= Ezequiel Mergelino de Souza, Santa Cruz (10/4/1865 – 12/4/1953) – 1º prefeito constitucional de Santa Cruz;= Luís Colombo Ferreira Pinto, Apodi/Mossoró (9/6/1872 – 18/9/1953);= Antonio Martins Veras, Campo Grande (8/11/1907 – 18/4/1956);= Francisco de 0liveira Fontes, Luís Gomes (18/9/1905 – 21/10/1958) – 4 vezes prefeito de Luís Gomes;= Georgino Avelino, Angicos e região (31/7/1887 – 2/4/1959) – Foi governador do estado;= Vicente Carlos Sabóia Filho, Mossoró (24/10/1889 – 5/10/1965);= Coronel Pompeu Jácome, Campo Grande (5/4/1866 – 20/11/1966);= Rafael Godeiro da Silva, Patu (1822 – 13/3/1967);= Tilon Gurgel do Amaral, Apodi (7/1/1881 – 23/7/1968);= Antonio Germano da Silveira, Luís Gomes (17/3/1884 – 2/10/1968), tio do biografado;Satiro Gomes de Moura, Caraúbas-Patu (3/1/1875 – 26/5/1972);= Benedito de Paiva Cavalcante, Alexandria (4/6/1880 – 8/12/1972);= Joaquim Felício de Moura, Mossoró ( 27/12/1897 – 22/7/1973);= Lucas Pinto, Apodi (11/10/1899 – 6/2/1981);= Francisco Veríssimo de Sá, Alexandria/João Dias (10/3/1918 – 28/11/1983);= Manoel Emídio de Souza, Alexandria (19/12/1896 – 25/11/1983);= Dinarte Mariz, Caicó (23/8/1903 – 6/7/1984);= Luiz de França Tito Jácome, Campo Grande (5/7/1914 – 18/12/1985);= Manoel Veras Saldanha, Campo Grande (25/9/1900 – 11/6/1989);= Raimundo Ferreira,Apodi-Itaú-Severianoi Melo (30/9/1903 – 18/11/1989);= Paulo Abílio de Souza, Umarizal (2/6/1908 – 1/12/1989);= Izauro Camilo, Apodi (5/7/1906 – 25/2/1990);= Theodorico Bezerra, Santa Cruz (23/7/1903 –5/9/1994) – 0 “majó” Theodorico Bezerra – “IMPERADOR DO SERTÃO” - Foi, a seu modo, um dos principais representantes de uma forma de fazer política que, devido às suas histórias, particularidades e polêmica, continua a povoando o ideário coletivo. Sua História continua despertando curiosidade. Parte por sua história de vitória frente à “Universidade da Vida” – como costumava definir sua vivência e superação; parte por suas singularidades política e social; = José Abílio de Souza Martins, Umarizal (13/10/1892 -6/9/1992);= Jerônimo Vingt Rosado Maia, Mossoró (13/1/1918 – 2/2/1995);= Valdemar de Souza Veras, Alexandria (21/01/1921 – 25/11/1993);= Clidenor Régis de Melo, Itaú (9/3/1930 – 1/7/1994), foi prefeito de Itaú em 4 mandatos;= Joaquim Inácio de Carvalho Neto, Antônio Martins (27/9/1936 – 3/2/1995) – prefeito de Antônio Martins em 3 mandatos;= Nelson Borges Montenegreo, Ipanguassu, Assu/Ipanguassu (26/5/1915 – 1/7/1996), prefeito por duas vezes na cidade de Ipanguassu. Casou-se em 8/12/1938, com Maria Eugênia Borges Montenegro (Lavras-MG, 7/10/1915), a qual também exerceu o mandato de prefeita de Ipanguassu;= Jerônimo Dix-huit Rosado Maia, Mossoró (21/5/1912 – 23/10/1996) – prefeito de Mossoró em 3 mandatos; = Francisco Ferreira Sobrinho, Apodi-Severiano Melo (9/6/1932 – 27/11/1996);= Raimundo Nonato Neto, Marcelino Vieira (16/8/1959 – 2/10/1997);= Levanir de Freitas, Pendências (1933 – 30/12/1997);= Tarcísio de Vasconcelos Maia, Mossoró (26/8/1916 – 13/4/1998) – foi governador do estado;= José Fernandes de Melo, Pau dos Ferros (2/3/1917 – 9/9/2001) – exerceu por cinco vezes o mandato de prefeito, uma em Encanto, outra em Água Nova e três em Pau dos Ferros;= 0dorico Ferreira de Souza, Santa Cruz (27/7/1908 – 17/2/2002) – prefeito de Santa Cruz e duas vezes deputado estadual; e = Adauto Ferreira Rocha, Agreste Potiguar (1915 – 24/3/2003) - 0 penúltimo dos coronéis do sertão Agreste Potiguar, exerceu o cargo de prefeito em três cidades: Goianinha, Arês e Várzea.
Rodolfo Fernandes, 16 de março de 2006.

Subtenente Jota Maria


A P R E S E N T A Ç Ã O
CHIQUINHO GERMANO – “O ÚLTIMO DOS CORONÉIS DOS SERTÕES POTIGUARES”, livro este que resultou de uma longa pesquisa realizada por este estreante no mundo da cultura potiguar, que trata sobre a biografia do primeiro norte-rio-grandense, talvez brasileiro, a eleger-se cinco vezes para o cargo de prefeito em um município potiguar, estou me referindo a pessoa de Francisco Germano Filho, atual prefeito da cidade de Rodolfo Fernandes, eleito pela última vezes em 3/10/2004. Antes dele, as pessoas de Fabrício Gomes de Albuquerque, Miguel Maurício Freire, Marcelino Vieira da Costa, Reinaldo Gomes Fernandes Pimenta, Coronel Pompeu Jácome e José Fernandes de Melo, governaram uma urbe por cinco vezes, eleitos pelo voto popular ou nomeados e nenhum deles enfrentou cinco eleições como Chiquinho Germano.
Quatro importantíssimos motivos levaram-me a escrever um pouquinho sobre a trajetória mais do que vitoriosa em todos os aspectos da vida de Francisco Germano Filho, o conhecedíssimo “CHIQUINHO GERMANO”, atual prefeito do município de RODOLFO FERNANDES-RN, estando atualmente em seu 5º mandato como prefeito: 1963, 1982, 1992, 2000 e 2004. Unico potiguar com esse número de mandato. Primeiro, pela minha grande admiração que nutro por ele, devido sua capacidade de gerênciar a coisa pública, com honestidade, humildade, austeridade e determinação; segundo, por ter me acolhido em 1992, quando à época passava por uma tremenda injustiça, inventado por uma pessoa que se dizia delegado de polícia, estou me referindo ao delegado da Delegacia Especializada de Furtos e Roubos de Mossoró, Roberto Eduardo (falecido em acidente de trânsito), que inventou que este biógrafo era chefe de uma quadrilha de assaltar veículos. Ora, se na época, como ainda até hoje não possuo nem sequer uma bicicleta, e faço de tudo para honrar com honestidade a farda de minha querida e briosa Polícia Militar do Rio Grande do Norte, como poderia ser chefe de quadrilha. Com essa truculência investigação, fez com que este policial-militar ficasse impossibilitado de exercer a função de delegado de polícia. Porém, graças à confiança e sensibilidade de Chiquinho Germano, que confiou na minha inocência e honestidade, falou até com o governador, na época, meu querido conterrâneo José Agripino, para meu retorno para quadro de delegados da Secretaria Estadual de Segurança, pública, atual Secretaria de Defesa Social. Na condição de inocente, sofri desde o início das falsas denúncias até quando a poeira ausentou-se um pouco. Foi a maior tortura emocional em toda a minha existência, comi o pão que o diabo amassou, com suco do bagaço que a porca chupou. Mas alguém lá de cima gosta muito de mim e usou o poder de Chiquinho para fazer eu provasse junto aos calhordas e a sociedade potiguar que nasci honesto, sou honesto e tenho fé em Deus que vou morrer honesto; terceiro, por ter dado total apoio financeiro ao meu saudoso pai, quando em 1995, acometido de uma grave doença, mesmo não o conhecendo, mas não faltou interesse para que meu genitor não fosse à óbito, mas infelizmente meu genitor não resistiu e veio a falecer no dia 5 de fevereiro de 1995, aos 75 anos de idade. Mas não foi a mingua, graças à boa vontade de Chiquinho. A prova disso foi que ele fez questão de pagar até mesmo o esquife de meu pai; quarto, com finalidade de prestar uma justa homenagem a esse grande líder político da região Oeste Potiguar, o único brasileiro com cinco mandatos de prefeito: 1º de dezembro de 1963, 1º mandato; 15 de novembro de 1982, 2º mandato; 3 de outubro de 1993, 3º mandato; 1º de outubro de 2000, 4º mandato; e 3 de outubro de 2004, 5º mandato.
Chiquinho Germano em sua longevidade política, quase cinco décadas (1960 – 2006), nunca conheceu o dissabor de uma derrota eleitoral, apesar de carregar sobre si a pecha do existente sistema denominado de “coronelismo”, criado em 1881 e extinguido (quase) em 1930, ano de seu nascimento, porém, resistindo em alguns recantos do interior nordestino, não dos mesmos moldes de antigamente, e sim, a outras maneiras, mormente de tipo “balaclava”, destarte continua resistível em alguns lugarejos deste País. Esse biografado já provou em todos os aspectos ser um coronel diferente dos ex-coronéis. O diferencial dele encontra-se em sua bondade, humildade. dignidade e honestidade.
Ele venceu as 10 eleições municipais em seu município, sendo 5 como candidato próprio e as outras cinco apoiando seus sucessores. Para os cargos de presidente da República e Governador, Chiquinho foi vitorioso em todos os pleitos eleitorais realizados em seu município. Para o Senado Federal, o biografado só perdeu uma, estou me referindo a de 4 de outubro de 1998, quando o saudoso senador Carlos Alberto de Sousa (26/12/1946 – 22/12/1998), tentou retornar ao Senado Federal, mesmo estado na ânsia da morte, perdeu por apenas 11 votos para Fernando Luiz Gonçalves Bezerra (20/2/41). Para deputado federal e estadual, seus candidatos obtiveram expressivas votações, só sendo ultrapassado por dois candidatos adversários, e isto somente aconteceu no período em que ele não estava exercendo nenhum cargo político. Foi na campanha de 1998, quando seu candidato a deputado federal Carlos Alberto de Sousa Rosado – “Betinho Rosado” - (23/12/48) perdeu para Henrique Eduardo Lyra Alves (9/12/1948) por uma diferença de 22 sufrágios; e José Adécio (deputado estadual) perdeu para Gilvan Carlos por 122 votos.
Reconheço que Chiquinho Germano depois de eleger-se cinco vezes para o mandato de prefeito de sua querida e amadíssima urbe de Rodolfo Fernandes, com uma aprovação invejável dos rodolfenses, em torno de 80 por cento, e estando prestes a entrar para o “Guiness Book” (Livros do Recordes, fundado em 1955, pelos irmãos gêmeos e jornalistas Norris McWhirter, nascido em 1926 e falecido em 2004 e Rossi McWhirter, nascido em 1926 e falecido 1975), como o único brasileiro com o maior número de vitórias políticas, merecia uma melhor biografia do que está medíocre literária feita por este semi-analfabeto. Mas quero ressaltar que este trabalho foi elaborado com muito amor e carinho por um político que não calça 40, o primeiro e único totalmente diferente dos outros. Por estas e outras razões, espero não vir receber críticas maldosas e destrutivas e sim, construtivas, haja vista que, pesquisar a vida de uma pessoa desde seus tataravôs até os dias de hoje nunca é uma tarefa fácil, haja vista que, com certeza, sempre ficará algo a dizer, não por falta de vontade do biógrafo, e sim, por dificuldades de encontrar esses dados, como também por desinteresse de muita gente entrevistada e de alguns chefes de órgãos públicos, já que para elaborar esta obra tive que executar uma varredura em arquivos de prefeituras, cartórios judiciários, cartórios eleitorais, câmaras municipais, capelas, paróquias e até mesmo em vários cemitérios. Tudo isto porque tive que pesquisar a vida de Chiquinho, foi necessário pesquisar a vida de muitos amigos do homenageado.
O título desta obra, CHIQUINHO GERMANO – “O ÚLTIMO DOS CORONÉIS DOS SERTÕES POTIGUARES” pareceu-me o mais acertado, não pelas pechas desse extinto posto, e sim, porque Francisco Germano Filho ser o último dos coronéis do sertão norte-rio-grandense (patente surgida com a criação da Guarda Nacional pela Segunda Regência, uma, em 18 de agosto de 1831. Em plena crise da Regência, ela nasce para garantir a ordem interna nas províncias e áreas distantes do poder central). Chiquinho começou no ano de 1960, estreando com uma simples derrota, a primeira e a única, para o Sr. Aluísio Alves (21/8/1921), porém, nessa campanha política, ele apenas estava iniciando a construção de seu curral eleitoral, tendo em vista que nem sequer a sua querida e amada comunidade, à época denominada de Vila de São José dos Gatos, subordinada a Portalegre, era município, e sim Distrito Administrativo, criado em 1953, e emancipado em 10 de maio de 1962, através da Lei nº 2.763, sancionada pelo então governador Aluísio Alves. Chiquinho Germano, de verdade mesmo somente ingressou na política em 1963, com sua primeira vitória, se elegendo para primeiro prefeito constitucional do município recém-criado. Daí em diante ele ganhou todas as 26 eleições registradas em Rodolfo Fernandes. Portanto, Chiquinho em 1963 inaugurou seu curral eleitoral e até os dias de hoje, com quase 50 anos, continua com seu empreendimento de porteira batida e com certeza vai continuar com ela fechada até seu último dia de sua vida. Aliás, último dia de vida não, mesmo depois de partir para a eternidade, ele vai persistir sendo o coronel Chiquinho Germano de Rodolfo Fernandes eternamente, e seu nome continuará elegendo os futuros prefeitos deste município.
Constatamos ainda, que à época do início da carreira política do biografo, um outro coronel de nome Aluízio Alves, comandante geral da política potiguar, tentou impedir a construção do curral eleitoral do então principiante e atual líder político Francisco Germano Filho, ao derrotar o candidato ao governo do Estado, Dr. Djalma Marinho, apoiado por Chiquinho na Vila de São José dos Gatos, que foi derrotado nesta comunidade. Mas não conseguiu, pelo contrário, a primeira derrota de nosso grande líder, fez com que ele ganhasse mais ânimos para erguer seu futuro empreendimento político, ou seja, seu pedreficado curral eleitoral.
Sem medo de errar e totalmente desprovido de qualquer espírito “puxa-saquismo”, digo que a maior glória de Chiquinho Germano vem, principalmente, de seu grande amor pelos menos favorecidos. Ele não é um administrador de construir obras na cidade, excetos daquelas que venham beneficiar diretamente o povão, como: casas, escolas, creches, banheiros, calçamento e quadras de esportes. Mas toda hora que você chega a residência dele, sempre a encontramo cheia de gente humilde a procura de medicamento, alimentação, ou de uma ambulância para transportar um familiar doente para outros centro urbanos mais importantes, como por exemplo: Pau do Ferros, Apodí, Mossoró ou Natal, e essas pessoas sempre saem satisfeitas.
Quero ressaltar que durante os seis meses de pesquisa e elaboração desta obra fiquei possuído pela trajetória do biografado, garanto ter passado os últimos três meses de 2005 e os primeiros três meses de 2006 “monotemático”. Só tinha um assunto: Chiquinho Germano. Deixei de lado meus filhos e minha companheira para pensar somente nele. Êpa colega! Não é assim como você cawboy está imaginando... “desmunhecando”. Não. Digo, pensando no bom sentido, já que este biógrafo procurou desvendar a vida desse homem honesto, carismático, humilde e austero com a coisa pública. Fiz uma longa viagem mais do que bicentenária. Viajando pela trajetória de Chiquinho Germano, desde seus ancestrais até os dias de hoje, cuja trajetória se confunde com a história do município de Rodolfo Fernandes, haja vista, ambos possuem as mesmas idades (1930-2006).
Para concluir este empreendimento tive que viajar por diversas vezes para as seguintes cidades: Natal, Mossoró, Luís Gomes, Portalegre, Martins, Pau dos Ferros, Apodi, Severiano Melo, Itaú, Campo Grande, Alexandria, Tenente Ananias, Caraúbas, Felipe Guerra e Umarizal; como também, de ter telefonado várias vezes para São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Natal e Fortaleza. Passei diversas noites de vigília no meu arquivo, massacrando meu já limitado juízo. Mas confesso que foi muito gratificante para mim, primeiro por ter realizado meu maior sonho, de escrever um livro; segundo, por ter prestado uma homenagem a um grande amigo; e terceiro, por ter conhecido uma bela família, que antes, apenas conhecia o biografado e alguns poucos membros, como João Queiroz, Silveira e Plácido.
Com certeza alguns rodolfenses perguntarão por que este trabalho somente destaca os méritos do biografado, sem apontar-lhe os seus defeitos. Seria pura ironia de minha parte se dissesse que ele não possui defeitos. Todo ser humano possuem erros, porém falar mal de alguém é coisa extemporânea, como também, me lembro daquela passagem da Bíblia Sagrada que diz: “Aquele que não tiver pecados atire a primeira pedra”. Portanto, caro leitor: prefiro errar milhões de vezes falando bem do meu próximo, do que acertar falando mal. Sou totalmente contra essa ética usada por muita gente: “se o amigo tiver erro eu tiro, mas se o inimigo não possuir, eu coloco”. Não falo mal nem do meu pior inimigo, imagine de um grande amigo como é o caso de Chiquinho Germano.
Com referência a Chiquinho Germano, tenho a consciência tranqüila de que dele falando bem, acertei. Não estou lisonjeando. Faço-lhe Justiça.
Com uma cajadada só matei dois coelhos e feri vários outros, assim vejamos: primeiro, porque neste trabalho contei a trajetória da vida de Chiquinho Germano em todos os aspectos; segundo dissequei a história política-administrativa do município de Rodolfo Fernandes, além de contar um pouquinho da vida de todos os candidatos que tiveram o apoio dele em seu território, desde de presidente da República até a de vereador; de um resumo biográfico das pessoas potiguares possuidoras de 7 mandatos:FABRÍCIO GOMES DE ALBUQUEQUE MARANHÃO; com 6 mandatos: MANOEL MAURÍCIO FREIRE e REINALDO GOMES FERNANDES PIMENTA; com 5 mandatos: MARCELINO VIEIRA DA COSTA, CORONEL POMPEU JÁCOME e JOSÉ FERNANDES DE MELO; e com 4 mandatos: CLIDENOR REGIS DE MELO, MANOEL PAULINO SOBRINHO FILHO, LAVANIR DE FREITAS, ABERLADO RODRIGUES FILHO, JOSÉ GURGEL DO AMARAL E OLIVEIRA,JOSÉ DE CARVALHO E SILVA,FRANCISCO DE OLIVEIRA FONTES, e ANTÔNIO EMÍLIO DE SOUZA, este último é um dos administradores municipais mais velho do Estado; além de ter apresentado uma pesquisa genealógica sobre a família do biografado e de sua esposa, dona Simone Negreiros.
Fiz um esforço danado para concluir esta obra, preservando para gerações futuras a biografia de FRANCISCO GERMANO FILHO, que carinhosamente recebera desde criancinha, o cognome de “CHIQUINHO GERMANO”, devido o epíteto de seu genitor legítimo FRANCISCO GERMANO DA SILVEIRA (CHICO GERMANO).
A história de Chiquinho Germano confunde-se em todos os aspectos com a trajetória política e administrativa de RODOLFO FERNANDES, haja vista que ele foi o primeiro prefeito constitucional desta cidade, eleito em 1º de dezembro de 1963, em 15 de novembro de 1968 fez seu sucessor na pessoa de Antonio Cavalcante que venceu Francisco Silveira Guimarães; em 15 de novembro de 1972 indicou a pessoa de Francisco Maia Lucena, como candidato único. Poderia ele ter sido candidato, mas não foi, preferiu indicar um amigo, caso tivesse saído candidato estaria hoje contabilizando seu 6º mandato; em 15 de novembro de 1976 apoiou José Negreiros, que venceu seu opositor, senhor Elias Cavalcante; em 15 de novembro de 1982, ele conquistou seu segundo mandato, vencendo facilmente o saudoso Elias Cavalcante; em 15 de novembro de 1988, fez seu sucessor, na pessoa de seu primo Francisco Germano da Silveira Neto, que venceu com uma grande maioria a pessoa de Itamar Holanda; em 3 de outubro de 1992, novamente foi eleito para seu terceiro mandato; em 6 de outubro de 1996 indicou seu secretário de administração Titico de Dé, que foi candidato único; em 01 de outubro de 2000 derrotou seu ex-aliado a atual adversário político, Titico de Dé que não consegue sua reeleição; em 03 de outubro de 2004, Chiquinho foi reeleito se tornando assim o único potiguar com cinco mandatos de prefeito e o primeiro rodolfense reeleito prefeito.
Sim, esperamos que esta singela obra seja para todos vocês rodolfenses e potiguares, especialmente, para todos os familiares, parentes e amigos do biografado; como também, para todas as pessoas que assim como eu, adora Chiquinho Germano, um político honesto, sincero, humilde e austero, um prazer tão grande o que sentimos ao fazê-lo. Portanto, mão à obra, então.
Parabéns, Chiquinho Germano.

Rodolfo Fernandes-RN, 16 de março de 2006.

Sub Tenente PM Jota Maria.






D E D I C A T Ó R I A

Dedico este trabalho aos meus queridos filhos: JOTAEMERSHON WHAKYSHON (01/10/1986), MARÍLIA JULLYETTH (29/11/1990) e a JOTA JÚNIOR (14/07/1999).
À memória de meu querido e saudoso pai MANOEL FRANCISCO DAS CHAGAS (15/05/1920 – 05/02/1995); a minha querida e saudosa mãezinha LUZIA FRANCISCA DA CONCEIÇÃO (13/12/1933 – 11/01/1971); a minha querida e inesquecível filha MARIA PATRÍCIA (17/08/1984 – 11/12/2002), como também as minhas ex-sogras: RITA MARIA DA LUZ (02/02/1929) e FRANCISCA GOMES TORRES (07/02/1939 – 19/07/2005).
Aos meus colegas policiais militares e amigos de todas as cidades onde já exerci a função de delegado de polícia: APODI, Dr. SEVERIANO, FELIPE GUERRA, ITAÚ, RODOLFO FERNANDES, GOVERNADOR DIX-SEPT RODADO, TENENTE ANANIAS, MARCELINO VIEIRA, SEVERIANO MELO e CARAÚBAS: Tenente Inácio Brilhante Araúlo Filho, Sgt Damião Masculino Sobrinho (22/2/1962), Cb Edmundo Alves dos Santos (20/11/67), Cb Delgineto Dantas Vieira, soldados José Máximo da Silva (18/5/66), Francisco de Assis Belo (29/3/62),Francisco Carlos de Lima (8/9/68), Luzimar Gomes dos Santos (29/12/64), Tyronne Ferreira Dias (13/9/73) e Alcivan Neres da Silva 27/7/1982). Em especial aos meus três ex-comandantes na 3ª CPM/ 2º BPM: Cap PM EDUARDO FRANCISCO DA SILVA (22/01/1970), Cap PM ALESSANDRO GOMES DE OLIVEIRA (06/01/1971) e Cap PM LEÔNIDAS EVATISTO GUIMARÃES (29/04/1955), e ao 1º tenente PM ADERLAN BEZERRA DE ARÚJO (25/04/1972), meu atual Comandante na Companhia de Polícia Militar de APODI.
À minha ex-esposa MARIA ELIETE (23/08/1963) e a minha atual companheira KELLY CRlSTINA (28/1 0/1976); como também aos meus queridos irmãos e irmãs: MANOEL FRANCISCO (10/04/1958), FRANCISCO INÁCIO (0l/02/1960), ANTONIO FRANCISCO (13/03/1965), LUZIA DA CONCEIÇÃO (12/12/1962), RlTA NICÁCIA (19/06/1964), MARIA DAMIANA (07/11/1970) e ANNA MARIA, e a minha enteada JANINE BEATRlZ (30/05/1993), como também ao meu cunhado e compadre EDSON TORRES(8/6/1973)e a minha comadre lRENE FRANCISCA (5/4/1975).
E, em especial, as seguintes pessoas amigas rodolfenses: DADÁ MELO (20/02/1951), TANITA (25/07/1957), JULINHA (30/05/1973), AÇUCENA (21/04/1955), DUDINHA DE DADÁ (21107/1974),NONATINHO (19/12/1955 ), JUAREZ (06/07/1962), VICTOR (26/10/1957),ALCIVAN (03/04/1965), KENDOCA (09/09/1961), TECA(02/05/1966),FÁTIMA (25/07/1961), ZÉ RANULFO (27/05/1955),ARIANA SUASSUNA (9/7/1975); BERGUINHO(24/04/1972) MARCELO EUMERES (22/07/1968), ALMA( 30/04/1946), DANÚBIO (13/07/1970), SARGENTO MORAlS(I7/09/I967), Os Sargentos: AROLDO PALHANO (06//09/49) e ANTONIO CARLOS (02/09/1972), LlNDEMBERG (17/02/1972), MARIA DE FÁTIMA (09/03/1959),
Dona SIMONE (12/06/1939), NEIDE NAZÁRlO (16/09/1961), MATIAS INÁCIO (24/02/1965), LUIZ KLEBER (04/05/1974), Dr.Ari(16/7/1956), VERALÚCIA (9/9/1971) e enfim, dedico a todas as pessoas que, assim como eu, também adora CHIQUINHO GERMANO.

Rodolfo Fernandes, 16 de março de 2006.

Subtenente PM Jota Maria








A G R A D E C I M E N T O
A D E U S, que, na certeza de sua existência e na grandiosidade do seu poder, nos concedeu a vida, nos guiou na direção do servir, permitindo-nos atravessar todas as dificuldades que tive de enfrentar, principalmente, financeira, para concretizar mais um desafio.
AOS MEUS FAMILIARES, personagens importantes na minha labuta diária, parceiros eternos nas minhas realizações; aqui proclamamos seus nomes: Jotaemeshon José Whakyshon Bezerra das Chagas, Marília Jullyetth Bezerra das Chagas e José Maria das Chagas Júnior – meus queridos e amados filhos, Manoel, Francisco, Antônio, Rita, Anna, Damiana e Luzia - meus irmãos: Maria Eliete – ex-esposa, em razão da mesma ser mãe dos meus filhos: Jotaemeshon e Jullyetth, minha maior riqueza e motivo de viver: e Kelly Cristina – minha atual companheira e genitora de meu filho Júnior.
AOS AMIGOS E COLABORADORES que, de alguma forma, contribuíram dando estímulo, informações para a realização desta obra; aqui citamos os nomes de alguns deles: Simone de Queiroz Negreiros (12/06/1939), Vassimon de Queiroz Negreiros (06/06/1935), o saudoso Dr. Antonio Fernandes Mousinho (23/11/1916 – 10/11/2001), José Alcivan Gurgel de Bessa (03/04/1965), Elita Queiroz Germano (03/10/1916), Maria de Lourdes Dantas de Queiroz (11/12/1942), Francisco de Sales Mafaldo (03/10/1916), Maria Zilma Mafaldo Paiva (06/06/1941), José Germano Sales “Dedé Germano” (20/09/1918), Maria Erci Germano de Queiroz (03/06/1926), Tereza Glícia Gondim de Queiroz (27/08/1957), Wellington Germano de Queiroz (12/06/1933), Maria Zilca Queiroz Germano (08/08/1936), Juarez (13/12/1916), José Pinheiro de Bessa (11/01/1927), José Ranulfo Gurgel de Bessa (27/05/1955), Francisco Gomes de França (30/04/1946), Maria do Carmo Negreiros (19/03/1920), Francisco Matias Inácio de Oliveira Negreiros (24/02/1965), Luiz Kleber Inácio de Oliveira Negreiros (04/05/1975), Ecilvia Nunes da Silva (29/01/1965), Maria Campelo Gurgel (17/05/1945), Regina Lucena, Profirio Rômulo Fernandes Negreiros (08/10/1960), Rafael Monte Negreiros (24/10/1948), Maria das Graças Fernandes (21/10/1941) e Maria Lúcia Escóssia de Castro, Diretora do Museu Histórico Lauro da Escóssia, em Mossoró, por ter permitido que eu podusse pesquisar no interior daquele museu vários exemplares dos seguintes jornais: O Mossoroense,O Comércio de Mossoró, Diário de Mossoró, e Diário 0ficial do Estado.
Deixamos de publicar depoimentos e dados biográficos de amigos e parentes de Chiquinho Germano, que talvez por esquecimento ou porventura, não receberam minhas solicitações enviadas, deixaram de nos enviar. Alguns deles, com certeza, foram por falta de interesse mesmo. Porém, quero agradecer ao SENADOR JOSÉ AGRIPINO MAIA, o qual foi o único político que respondeu minhas missivas, enviando seu depoimento, ver-se no Capítulo XII, neste trabalho.

Rodolfo Fernandes, 16 de março de 2006.

Subtenente PM Jota Maria.















Í N D I C E


Homenagem a Francisco Germano Filho (CHIQUINHO GERMANO)..................... 01
NOTA EXPLICATIVA........................................ 11
APRESENTAÇÃO ........................................... 32
DEDICATÓRIA............................................... 43
AGRADECIMENTO ......................................... 47

Í N D I C E ................................................. 49

CAPÍTULO I
CHIQUINHO GERMANO E SUA GENEALÓGIA ..... 54
CAPÍTULO II
TIOS E TIAS DE CHIQUINHO GERMANO........... 113
CAPÍTULO III
CHIQUINHO GERMANO, UMA TRAJETÓRIA DE VIDA........................................................... 120
CAPÍTULO IV
CHIQUINHO GERMANO E SUA QUERIDA AMADA SIMONE....................................................... 177
CAPÍTULO V
CUNHADOS E CUNHADAS DE CHIQUINHO GERMANO.................................................... 202
CAPÍTULO VI
CHIQUINHO GERMANO E SEU DIA DE NASCIMENTO................................................ 209
CAPÍTULO VII
CHIQUINHO GERMANO E SUAS AÇÕES ADMINISTRATIVAS....................................... 228
CAPÍTULO VIII
CHIQUINHO GERMANO E A POLÍTICA.............. 268
CAPÍTULO IX
CHIQUINHO GERMANO, O GRANDE LÍDER POLÍTICO..................................................... 281
CAPTÍTULO X
CHIQUINHO GERMANO E SEUS FAMILIARES IMPORTANTES ............................................. 308
CAPÍTULO XI
CHIQUINHO GERMANO E SEUS CANDIDATOS VITORIOSOS................................................ 329
CAPÍTULO XII
DEPOIMENTOS DE FAMILIARES E AMIGOS DE CHIQUINHO GERMANO.................................. 362
CAPÍTULO XIII
CHIQUINHO GERMANO E SUAS VITÓRIAS NA POLÍTICA..................................................... 374
CAPÍTULO XIV
CHIQUINHO GERMANO E SUAS PALAVRAS........ 381
CAPÍTULO XV
CHIQUINHO GERMANO E SUAS PRINCIPAIS OBRAS........................................................ 416
CAPÍTULO XVI
CHIQUINHO GERMANO E SEUS SUCESSORES... 425
CAPÍTULO XVII
PREFEITOS APOIADOS POR CHIQUINHO GERMANO................................................... 442
CAPÍTULO XVIII
CHIQUINHO GERMANO – DIVERSOS............... 452
Adversário político de Chiquinho.................... 452
“Seu Chiquinho’ E Rodolfo Fernandes: Essa história vai longe, ora se vai!.......................................452
Chiquinho é 4º prefeito mais velho do Brasil..... 457
Como deverá ser o futuro de Chiquinho........... 463
Quem poderá a vir se igualar ou a ultrapassar a Chiquinho.................................................... 458
Somente 8 potiguares exerceram o mandato de prefeito por 4 vezes....................................... 467
Somente 5 potiguares possuem 5 mandatos...... 469
2 Norte-rio-grandensenses com 6 mandatos...... 474
Somente um potiguar governou um município em sete períodos................................................ 476
Chiquinho Germano o bicudo histórico.............. 478
0s setentões mais conhecidos no RN..................486
Chiquinho mantém apoio do Legislativo em todas suas administrações........................................490
D E U S....................................................493
As dez qualidades do líder............................... 495
Quem é o melhor prefeito................................ 495
0s dez mandatos do bondoso........................... 497
Conclusão...................................................... 499
Referências bibliográficas................................ 501


CAPÍTULO XIX
APOIO CULTURAL......................................... 505
PM de Apodi................................................. 505
PM de Felipe Guerra..................................... 510
PM de Caraúbas............................................ 516
PM de Rodolfo Fernandes............................... 529
CM de Felipe Guerra....................................... 529
CM de Rodolfo Fernandes................................ 531
CM de Caraúbas............................................ 533
Sargento Osnildo.......................................537
Sargento Siqueira....................................... 541

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